terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Texto Argumentativo

Partindo da temática estudada: “o domínio da discurso argumentativo – a procura de adesão do auditório”, construa uma pequena dissertação filosófica em defesa de um assunto/problema que o inquiete.

Orientações
:
Certifique-se da organização e coerência da argumentação;
Formule com clareza a sua tese;
Clarifique os conceitos estruturantes;
Desenvolva de modo estruturado o corpo argumentativo;
Apresente a conclusão, sintetizando os argumentos expostos.

LINK: http://public.web.cern.ch/public/

58 comentários:

Anónimo disse...

Gravidez = Adolescência?
É impressionante, como o número de casos de gravidez na adolescência aumenta de dia para dia. Quase que me arrisco a dizer, que o Iva apesar de estar sempre a progredir, o crescimento da taxa de gravidez na adolescência continua a ser superior.
E é com números chocantes que nos deparamos dia-a-dia, 70% dos jovens iniciam a sua vida sexual antes dos 17. É perfeitamente normal quando uma pessoa apaixonada, queira iniciar a vida sexual com o seu companheiro/a.
Falam de Educação Sexual, nas escolas mas não parece adiantar de muito. E quando os pais nos vêm com a “tal conversa”, nos respondemos, “sim pai/mãe”, bla, bla, e com esta conversa, pretendemos convencer os nossos pais que esta tudo controlado. Mas depois damos-lhe um netinho, e ai percebemos que afinal não estava tudo controlado.
É incrível, como é que uma adolescente tem o seu primeiro filho entre os 15, e os 19 anos. É uma criança, a tomar conta duma criança.
Como qualquer rapariga, eu também quero ter filhos, mas sei que tenho tempo para tudo.
E esta é a realidade da maior parte das adolescentes. Queres que também seja a tua?

Ass: Adriana Pinto
nº1
11ºR

Anónimo disse...

A manipulação genética

A manipulação genética é um processo em que se retira os genes de uma cadeia de ADN, introduzindo assim no seu lugar, novos genes, que vão criar um organismo geneticamente modificado, com as novas características atribuídas.
Há dois tipos de manipulações de genética a indirecta e directa; O tipo indirecto, possibilita a um animal, com características compatíveis ao sistema imunológico humano, utilizar os seus órgãos e prevenir a rejeição dos mesmos. Temos como exemplo o Super Rato, uma criação da Universidade de Case Western, no Ohio, que correndo 32 minutos na passadeira contra outros ratos “normais”, mas a uma velocidade superior, a sua medição de ácido Láctico, substancia libertada pelos músculos devido ao cansaço, que impede a continuidade do exercício físico, era inferior em comparação ao esforço feito, enquanto que, para os outros ratos, o gasto de láctico era a esperada.
O tipo directo consiste na manipulação do genoma humano, retirar os genes embrionários que portam deficiências hereditárias, como cancro, artrite, diabetes, algumas formas de epilepsia, Alzheimer e pelas outras doenças genéticas. Comecemos com a manipulação de células de plantas, isto é, as plantas transgénicas, que são vegetais que contêm um ou mais genes doutros vegetais, animais ou bactérias, que são introduzidos por meio de técnicas específicas de engenharia genética. A primeira planta transgénica foi obtida em 1983, com a incorporação de uma bactéria.Os prós e contras das plantas transgénicas estão relacionados com a polémica mundial, em que há uma colheita mais abundante, um baixo custo da produção, mas em contrapartida há o aparecimento de indivíduos resistentes a insectos e pragas, o aparecimento de alergias, o efeito das substâncias tóxicas, quando são manipulados geneticamente, os níveis dessas toxinas podem aumentar. De seguida, temos a manipulação de células animais,que é cada vez mais efectuada hoje em dia, devido as descobertas na área da genética, mas também por causa dos resultados bem sucedido, e com isso, entende-se que há uma melhoria da qualidade de vida humana.Há pelo menos três grandes casos conhecidos de manipulação de células animais, como no caso da clonagem da ovelha Dolly, mas também, no cruzamento entre um leão e um tigre que deu origem ao Litigre e ao cruzamento de uma vaca e um panda. A manipulação de células animais tem como principal vantagem ajudar o Homem em casos medicais e a conservação de espécies em vias de extinção, e tem como desvantagens o facto de reduzir a biodiversidade, devido a selecção de animais, mas também a reacção alérgicas com o consumo de carne, leite e ovos. Finalmente a manipulação genética no Homem já não tão recorrente como nas plantas e nos animais, é só utlizada para meios medicais, como para reproduzir um orgão a parir de um bocado de tecido. Mas isto é por agora… Não sabemos o que nos reserva o futuro, mas o Homem está a passar dos limites, a destruir a natureza tal e qual como a conhecemos. Eu diria que neste momento, Ciência e avanço são sinónimos de destruição. Há coisas na vida que não são para ser modificadas.



Jennifer Torres Domingues Nº10 11ºR

Anónimo disse...

---Gravidez na adolescência-----
Tem sido difícil explicar a causa de existir tantas adolescentes grávidas, e seu crescente número a cada ano. De um lado, alguns profissionais apontam para a falta de informação, de outro, a questão centra-se numa busca pela identidade por parte dos adolescentes, ou seja curiosidade por fazer tal coisa, que muitos adolescentes não têm a noção da responsabilidade que estão a tomar. Cabe o estudo e a reflexão acerca das várias possibilidades que levam à gravidez na adolescência. O amadurecimento sexual do adolescente acontece de forma rápida, simultaneamente ao amadurecimento emocional e intelectivo, iniciando então, o processar na formação dos valores de independência, que acaba por gerar pensamentos e atitudes contraditórios, especialmente entre os 13 aos 17 anos cerca de 70 % dos jovens iniciam a sua vida sexual, a adolescência e a era dos descobrimentos , da curiosidade, alguns adolescentes têm a noçâo e uma certa responsabilidade, outros não têm a noção, ou não têm informação e quando não se tem informação ou noção resulta em gravidezes.
Todos os adolescentes não gostam de se sentirem inferiores ou rebaixados pelos amigos, por não ter informação sobre ter relações sexuais, mas muitos não sabem e não usar métodos contraceptivos resulta em gravidez.
A gravidez na adolescência não só destrói a vida de uma adolescente, mas como, atrapalha os seus estudos e o seu tempo e ser mãe não é difícil, ainda piores quando têm 13 , 14 anos.
CONCLUSÃO : usem métodos contraceptivos!!!, ou melhor e mais eficaz, preservativos!!!
Michael Amaral 11ºO Nº 15

Anónimo disse...

Tecnociência e ética

Tecnociência

A tecnociência transparece como um recurso da linguagem para caracterizar a íntima ligação entre a ciência e tecnologia e a desconfiguração dos seus limites. O termo tecnociência não conduz necessariamente o terminar com as distinções entre a ciência e tecnologia, mas, alerta-nos de que sejam implementadas a partir do tipo de afinidade que a palavra tecnociência deseja sublinhar.
São bastantes as vezes em que a ciência é tida e confundida com a tecnologia, mas estas são bastantes diferentes, a ciência tem como base um conjunto de verdades, logicamente articuladas entre si, de maneira a administrarem um sistema concordante, remete um conhecimento mais adjectivo da realidade em relação ao homem, que deve ser posto em prática para facilitar de uma forma eficiente a criação da vida material, esta compõe a tecnologia.
Mas apesar das suas divergências, a ciência e a tecnologia estão profundamente ligadas, mesmo sendo possível fazer a sua distinção, faz-se com que na pratica seja completamente impossível a sua separação uma vez que o aperfeiçoamento e o avanço de ambas. Deste modo, deverão ser tratadas como uma só entidade, dai derivar o conceito “tecnociência”.
A tecnociência é uma espécie de afirmação radical do projecto de saber começado pela ciência moderna. A ideia de tecnociência também sublinha os complexos laços sociais que conduzem o desenvolvimento científico – tecnológico. O papel dos interesses ou valores sociais na definição do seu curso é tanto mais claro na medida que a dimensão tecnológica passa a ser influente. A tecnociência é um conceito muito vasto.

A ética e o seu domínio na ciência

A ética é quase sempre, caracterizada por uma ciência que julga os valores morais, com o objectivo de distinguir o bem e o mal. Na actualidade, esta bastante relacionada com o processo das ciências da vida, uma vez que tem sido descobertas de varias curas para doenças, preservação da vida sobre condições artificiais, a clonagem, a eutanásia e ate a robótica. Muitos contrapõem-se e defendem que é incorrecto criar uma analogia entre a ética e a ciência, pois como a ética se situa no campo da acção humana, desempenha bastante pressão nas deliberações de algumas entidades.
A ética esta associada á preferência, á vontade de realizar, á vida, assegurando com os outros relações justas e aceitáveis. No dia-a-dia uma das vertentes que mais se aproxima da ética é as novas tecnologias, uma vez que não há leis de conduta nem regras, o que estimula uma aproximação ao limite da ética no trabalho e no desempenho profissional. No entanto desde que apareceu a ciência, com a experiencia, esta assegura uma conexão árdua com a ética. Uma solução afável seria distanciar a ética da ciência, pois a ciência esta associada com a verdade ou algo próximo dela e a ética com a vida pratica. Por este raciocínio a ciência seria a ética, e a ética não teria nada a ver com a ciência, sendo só e apenas aproveitada nas suas aplicações, essencialmente com a tecnologia.
É preciso então que sejam aplicados alguns limites políticos assim como éticos, que possam vir a administrar a força da tecnociência a renovação da relação de simbiose estabelecida por homem/natureza é dos primeiros passos a ser dado perante a arquitectura do mal perpetrada por intelectos teórico-práticos.

Joana Gomes 11ºP nº8

Anónimo disse...

-A investigação cientifica e os interesses económico-políticos

-O papel das tecnologias no desenvolvimento das sociedades As invenções que, depois de adaptadas às actividades produtivas, constituem o progresso técnico sempre esteve na base do desenvolvimento das sociedades. Com efeito, desenvolvimento tecnológico e desenvolvimento social estão interligados. A importância de investigação e desenvolvimento são os países que fazem mais investigação, que possuem industrias mais competitivas e conseguem criar novos produtos, serviços e processos que se adaptam melhor às transformações tecnológicas. O novo paradigma tecnológico está ligado à utilização crescente da inteligência e criatividade humanas, e que confere importância crescente à componente do sistema económico. O aparecimento das novas tecnologias de base científica provocou mudanças a diversos níveis, tais como mudanças dos produtos e dos processos, da engenharia da produção, dos métodos de comercialização, das técnicas de gestão, da formação profissional, entre outros. A inovação marca o ritmo de desenvolvimento das civilizações actuais - é o motor das economias modernas. O progresso científico traduza-se em inovações efectivas, a invenção e a inovação não devem ser confundidas. Não é uma invenção do ponto de vista económico e certas inovações não cabem no domínio tecnológico propriamente dito. “Criatividade é imaginar coisas novas. Inovação é fazer novas coisas (…).” Passar da ideia à realização supõe competência e meios: dominar a técnica, compreender o mercado, saber convencer. Há impactos das novas tecnologias na Economia, a tecnologia é gerada através das interacções entre empresas, universidades, laboratórios e centros de investigação, sendo um processo conhecido à economia e uma variável fundamental na competitividade. É um facto que as inovações tecnológicas estão a revolucionar todos os sectores produtivos e a provocar uma crescente interdependência da economia à escala mundial, com a subsequente globalização dos mercados. As grandes empresas multinacionais mostram-se eficientes na afectação global dos recursos e o seu papel torna-se dominante, passando o papel do Estado na economia a estar bastante fragilizado. Com tudo isto, geram-se maiores e mais profundas desigualdades a nível mundial, acentuando-se o fosso entre os países com melhor desempenho tecno-industrial e os outros países. O primeiro uso das energias foi quando se deu a Revolução Industrial, sendo o carvão o principal produtor de energia nesse tempo; O desenvolvimento científico permitiu que se passasse a usar como produtor de energia principal o petróleo.
Estes dois recursos vieram causar um grande interesse no desenvolvimento de técnicas que permitissem a obtenção do maior lucro possível, trazendo também interesses económicos como o caso dos xeiques dos Emirados Árabes que com o petróleo tornaram-se magnatas com influência política, também a energia nuclear se tornou uma fonte poder. IAEA - Agência internacional de Energia Atómica tem como objectivo promover o uso pacífico da energia nuclear e o desencorajamento do seu uso para fins militares, em especial, para as armas atómicas. Responsável pelas inspecções e investigações de suspeitas violações do Tratado de Não-Proliferação Nuclear. Este tratado consiste em evitar a disseminação de armas nucleares, viabilizar o uso pacífico de tecnologia nuclear da forma mais alargada possível e em não transferir armas nucleares para os ditos “países não-nucleares”, nem permitir a sua obtenção. Estima-se que Israel desenvolveu tecnologia nuclear suficiente para fabricar armas nucleares e que é detentor de capacidade atómica militar. Segundo fontes, a 1995, Israel possuía 460 kg de plutónio, a Índia possuía 330 kg e o Paquistão 210 kg de Urânio altamente Enriquecido, quantidades essas que estão fora do controlo internacional.

Fernando Costa nº7 11ºO

Anónimo disse...

A ciência, o poder e os riscos – A imortalidade.

A ciência, nos dias de hoje, tem todo o poder de mudar qualquer coisa através de todo o conhecimento do Homem, consequentemente, o nosso conhecimento tem sempre implícitos certos riscos. Temos uma ambição enorme de alcançar o desconhecido que acabamos por destruir o já conhecido.
Estando perante a ciência podemos abordar muitos temas, um deles, e muito polémico, é a imortalidade que reveste-se de múltiplas formas, sendo que todas elas, o que têm em comum são o facto de algo nuclear da essência de um indivíduo se prolongar indefinidamente no tempo.
Segundo a sabedoria do povo cada um é como é e não o vamos mudar para sermos perfeitos, porque a perfeição é de um ser divino e imortal, algo que cada vez mais os humanos tentam encontrar.
O ser humano procura aceder à imortalidade através de pesquisas e buscas muito elaboradas que põem em questão uma autoridade divina. A imortalidade é bem vista aos olhos daqueles que querem ser perfeitos à sua idade ou que querem viver mais tempo e, é aí, que a ciência intervém, através de cosméticos para aqueles que querem ser mais jovens, operações plásticas para aqueles que não estão contentes consigo mesmo, de medicamentos que atrasam a morte para aqueles que estão num estado terminal, estes casos são vistos aquando determinada pessoa/família detentora de fortuna pessoal atrasam o inevitável fim, pois, o dinheiro é saúde.
Temos duas vertentes a partir da imortalidade a vertente boa, onde os cientistas demonstram a sua preocupação com o prolongamento da vida do ser humano. Mas por outro lado, a segunda vertente, a má, mostra que os estudos feitos podem causar grandes riscos à sociedade como o aumento da população idosa, os custos que causam ao Estado, um país envelhecido. Pela vertente má ainda podemos pôr a causa a ética dos cientistas em utilizar as pessoas como um método de chegar ao grande resultado, o da imortalidade humana, o interesse só na aquisição de dinheiro e o de pôr em causa a natureza e a ordem natural dos acontecimentos na vida de um ser humano, pois, nós somos feitos para nascer, viver, e morrer tudo ciclicamente, o que com a intervenção e o poder da ciência neste ciclo, não será possível.
Concluímos que enquanto a Imortalidade não chega, o homem vai fazendo melhoramentos e aperfeiçoamentos no seu corpo – recorrendo à cirurgia plástica ou à cosmética – para que, ainda que não seja imortal, ao menos esteja próximo da perfeição.

Inês Feiteira 11ºO nº12

Anónimo disse...

Gravidez na adolescência

Um tema bastante discutido actualmente é a gravidez na adolescência e as suas implicações, tanto para as mães, como para a família e também para a sociedade.
É habitual, nos tempos que correm, ver adolescentes grávidas. Não é uma situação considerada normal, mas tem-se banalizado, porque, aparentemente, está na moda ser mãe aos 15 anos. No entanto o nascimento de uma criança de forma precoce, e muitas vezes inesperada, pode tornar-se numa grande complicação, principalmente na sociedade em que vivemos, onde a mulher é aceite no mercado trabalho e para isso precisa de uma maior qualificação escolar.
Quando uma adolescente engravida são várias as formas de lidar com a situação. Os pais da adolescente podem aceitar e ajudar a cuidar da criança. No entanto, se isto não acontecer, por vezes o jovem casal adolescente é obrigado à união de modo a que ambos sejam responsáveis pelo bebe que virá.
Esta situação poderá trazer imensos problemas. Ambos terão de deixar os estudos, um deles não poderá trabalhar, poderá, eventualmente, faltar dinheiro em casa e as famílias poderão não ajudar. Porque apesar de muito apoio que a adolescente possa receber nunca deixarão de haver responsabilidades em relação ao bebe e isso influenciará muito a vida de ambos. O bebe poderá não receber os cuidados necessários e a mãe deixará de viver tudo aquilo que é suposto ser vivido na adolescência, como as saídas com os amigos.
Para além de tudo isto, estas raparigas não estão emocionalmente preparadas para ter uma criança a seu cargo. A mulher sabe quando é a altura certa de ter um filho. O seu relógio biológico dar-lhe-á essa informação. Mas estas adolescentes não sabem quando é a altura certa e é por isso que engravidam tão prematuramente.
Com toda a informação que existe hoje em dia, sobre os riscos da gravidez, as consequências, o sexo seguro e as doenças que podem ser transmitidas sexualmente, é um grande erro deixar-se engravidar. Algumas raparigas fazem-no apenas para chamar a atenção sobre si, porque têm problemas com os pais, ou porque a sociedade as pressiona demasiado. Existem também os casos das famílias em que falar de sexo é um tabu. Portanto as raparigas dessas famílias não terão nenhuma informação sobre isso, sem ser, talvez, a que os amigos transmitem. E se ela escolher os amigos errados? E se a informação que lhe é transmitida estiver errada? Quem irá corrigi-la? Ninguém, porque os pais têm vergonha de falar sobre isso. Alguns até medo têm, não vá isso influenciar negativamente a jovem.
Também se fala de Educação Sexual nas escolas mas no entanto isso não parece ajudar muito. O número de casos de gravidez na adolescência aumenta de dia para dia pois 70% dos jovens iniciam a sua vida sexual antes dos 17. E mais uma vez, os tabus estão presentes. Mesmo quando há esta iniciativa por parte das escolas, muitos pais não aceitam que os filhos frequentem estas aulas.
Na minha opinião, o que é preciso é precaução. Falar sobre isso com as jovens adolescentes é o mais importante. Deixemos os tabus de lado. Estamos no séc. XXI e ainda há quem tenha vergonha de falar sobre sexo? Sexo é uma coisa natural, existe desde sempre e nunca ouvi ninguém dizer que não gosta. É até uma coisa necessária, quando praticada com precaução e nas idades certas, para que a raça humana não termine. O necessário é falar com as jovens e com os jovens adolescentes.

Inês Ribeiro Mota nº9 11ºR

Anónimo disse...

Tecnociência e Ética

A tecnociência não é mais do que a ligação entre a ciência e a tecnologia. Embora confundidas diariamente, a ciência e a tecnologia não são o mesmo. De facto, podem complementar-se. A ciência concede à tecnologia as bases de criação de instrumentos tecnológicos como os microscópios e termómetros. Por sua vez, o avanço da ciência está dependente dessas tecnologias.
E como estará a tecnociência ligada à ética? Fácil. A ética é o fio condutor dos valores morais do Homem. É caracterizada como sendo uma ciência que julga os valores morais, distinguindo o bem do mal.
A tecnociência progride diariamente, descobrindo curas para doenças e preservação da vida. Avançando ainda na clonagem e tendo impacto na eutanásia. Mas não só. Com a tecnociência a sociedade tem sido bastante desenvolvida, e tem ajudado bastante na mecânica, na medicina e em muitos outros aspectos. Teve, infelizmente, consequências como a degradação do ambiente e esgotamento nos recursos naturais.
A ética põe, assim, em causa a tecnociência. Será positiva a criação de clones? A maioria das pessoas parece aprovar, se estes forem órgãos criados para transplantes, e não seres humanos criados em laboratório. Ou mesmo a eugenia - a possibilidade dos pais escolher os genes dos filhos. Poderá esta ser considerada ética? E não podemos esquecer a eutanásia. Embora não esteja directamente ligada à tecnociência, é também parte dela. Assim é pois os novos progressos na tecnologia e na ciência dão-nos uma melhoria na qualidade de vida da humanidade. É por isso que é questionável se a eutanásia é uma prática que pode ser considerada “boa”. A actuação médica é conduzida pela preservação da vida e pelo alívio da dor. Assim sendo, uma pode anular a outra. A eutanásia é usada para alívio da dor dos doentes em fase terminal. Para isso, não segue a preservação da vida. Os médicos provocam a morte do doente, algumas vezes sem o consentimento do doente.
Sinceramente, penso que por vezes a ciência ultrapassa os limites. Supostamente os filhos são para nascer como quer que seja. Quando essas alterações são para melhorar a sua qualidade de vida, não me oponho. Mas quando é para que eles sejam apenas mais perfeitos aos olhos dos pais, não faz sentido. E, a propósito da eutanásia, se o doente estiver bastante mal, em fase terminal, e seja ele a pedir (por escrito), a decisão é dele.
É por isso que a tecnociência devia ser mais controlada. Ter mais limites. Porque qualquer dia a tecnologia e a ciência serão a nova Natureza.

Adriana Lavrador da Silva nº2 11ºR

Anónimo disse...

Manipulação Genética
Débora Tavares Feliciano 11ºP nº3

O meu trabalho aborda o tema da manipulação genética. A manipulação genética é o processo de manipulação dos genes num organismo, geralmente for a do processo normal reprodutor deste, com o objectivo de introduzir novas características num ser vivo, para aumentar a sua utilidade, através da introdução de uma nova característica ou através de uma nova proteína ou enzima, como por exemplo, a produção de insulina humana através do uso modificado de bactérias e da produção de novos tipos de rato como o OncoMouse( rato cancro), para pesquisas, através do reestrutuamento genético.
A história da manipulação genética nasce em 1900, quando vários investigadores descobriram o trabalho do monge austríaco Gregor Mendel, que trabalhou á base da planta da ervilha, a história contínua com George W. Beadle e Edward L. Tatum, que em 1930, demonstraram a regulação da produção de proteínas e enzimas pelos genes, e também, a consequente inversão nas reacções dos organismos nos animais. Em 1944, Oswald Avery descobriu que o componente cromossómico que transmite informações genéticas é o ácido desoxirribonucleico(ADN). Os ingleses Francis H. C. Crik, Maurice Wilkins e o norte-americano James D. Watson, em 1953, conseguiram mapear uma parte da estrutura da molécula do ADN. Em 1961, os franceses François Jacob e Jacques Monod, pesquisaram o processo de síntese de proteínas nas células bacterianas. O norte-americano Paul Berg que em 1972 ligou duas cadeias de ADN. E por fim, em 1978, o suíço Werner Arber e os norte-americanos Daniel Nathans e Hamilton O. Smith foram laureados com o prémio Nobel de medicina e filosofia por terem isolado as enzimas de restrição.
Com o passar do tempo, o desenvolvimento da manipulação genética convive com problemas legais e éticos. Um dos principais factores é que exigem um controlo rígido pela sociedade organizada, outro caso é a retirada de células-tronco de embriões humanos, principalmente contrariada por religiões que consideram o acto, uma agressão á vida.
Engenheiros genéticos afirmam que a tecnologia de manipulação genética é segura, alguns dizem que é necessária a fim de manter a produção de alimentos para suprimir o crescimento populacional, outros ainda afirmam que as modificações genéticas podem ter consequências inesperadas, tanto nos organismos modificados como nos seus ambientes. A anti-manipulação genética diz que com os conhecimentos actuais de genética, ainda não existe nenhuma forma de se assegurar que os organismos geneticamente modificados fiquem seguramente controlados.
É difícil escolher estar a favor ou contra a manipulação genética, pois é um tema que exige muita reflexão. Por exemplo, se por um lado a manipulação pode salvar vidas humanas( através, por exemplo, da correcção de genes provocadores de doenças mortais), por outro pode muito facilmente levar a nossa sociedade ao colapso( por exemplo, se Hitler detivesse a capacidade de manipular os humanos, ele usava essa mesma capacidade para fins desumanos e irracionais).
Apesar de todos os prós e contras que o assunto pode gerar, eu sou a favor da manipulação genética quando esta é usada para fins medicinais, qualquer outro tipo de manipulação genética é desnecessária, como por exemplo, para fins estéticos como mudar a cor do cabelo, dos olhos ou de qualquer outra característica humana semelhante. Porém, como qualquer outro tema filosófico, esta questão é bastante difícil de chegar a um consenso.
É necessário que a sociedade saiba os benefícios e os riscos que podem ser causados, só assim sabemos se vale a pena a ciência continuar a investir neste tema.

Anónimo disse...

IMPACTO AMBIENTAL E A INDUSTRIALIZAÇÃO:

O Impacto Ambiental é a alteração no meio ou em algum de seus componentes por determinada acção ou actividade. Estas alterações precisam de ser quantificadas pois apresentam variações relativas, podendo ser positivas ou negativas, grandes ou pequenas. O objectivo de se estudar os impactos ambientais é, principalmente, o de avaliar as consequências de algumas acções, para que possa haver a prevenção da qualidade de determinado ambiente que poderá sofrer a execução de certos projectos ou acções, ou logo após a implementação dos mesmos.
Impacto Ambiental é o efeito causado por qualquer alteração benéfica ou adversa causada pelas actividades humanas ou naturais no meio ambiente. As acções humanas sobre o meio ambiente podem ser positivas ou negativas, dependendo da intervenção desenvolvida. A ciência e a tecnologia podem, se utilizadas correctamente, como contribuir para que o impacto humano sobre a natureza de acordo com o tipo de alteração, podendo ser ecológica, social e económica.
O primeiro sector industrial a desenvolver foi a indústria automobilística, que proporciono o surgimento de toda uma cadeia de fornecedores do sector metalúrgico. Na mesma época o sector de máquinas e equipamentos também apresentava um rápido crescimento, incentivado pelo aumento da industrialização e pelos investimentos na expansão da infra-estrutura de transporte rodoviário, gerando assim electricidade e melhoria dos portos.
Como vemos o rápido crescimento da indústria, leva a que haja um impacto ambiental por parte dessas. Nos nossos dias a industrialização já esta muito avançada, se formos a pensar na quantidade de resíduos tóxicos e poluentes que as nossas indústrias libertam para a atmosfera: A Industrialização está a matar o nosso planeta!

Joana Gomes 11ºO nº13

Anónimo disse...

A industrialização e o impacto ambiental

Quando se fala da industrialização é necessário ter conta uma primeira questão: Será que o Homem tem o direito de prejudicar o ambiente em que vive de modo a satisfazer necessidades tecnológicas e industriais que parecem ser tão imprescindíveis à sua vida?

Existe um conflito de interesses no que diz respeito a esta questão. Se por um lado, temos de preservar o ambiente natural que nos rodeia, bem como zelarmos pela saúde de todos como preservação consequente do mundo natural, temos também outro pólo que nos faz pensar acerca da importância do desenvolvimento tecnológico e económico. A solução seria conciliar estes dois pólos, no entanto, cabe ao Homem optar pela preservação da vida ou a destruição em função do seu próprio lucro. Enquanto não se opta pela total preservação e conciliação, o ser humano tem de estar consciente dos problemas envolventes ao impacto ambiental causado pelas actividades do ser humano. Esses ambientes são alterados, por exemplo, pela construção de rodovias, ferrovias, portos e terminais, aeroportos, instalação de oleodutos, gasodutos, distritos industriais e zonas estritamente industriais, entre outros.
Existem várias teses defendidas a favor da preservação do meio natural, tais como a tese do Ambientalismo, a tese defendida por Albert Schweitzer e Paul Taylor que defende a Reverência pela vida, numa perspectiva muito semelhante à tese anterior. De salientar também a tese que assenta numa ética ecológica profunda, defendida por Arne Naess e George Sessions. Por último, a tese de Bill Devall e George Sessions designada Igualitarismo Biocêntrico. No entanto, por mais teses que possam existir a favor da preservação ambiental, o que é necessário reter é que o melhor é, sem dúvida alguma, a preservação do meio ambiente. Na minha opinião, existem sempre soluções para minimizar qualquer problema, mas parece que ainda não existe, por parte do Homem, uma preocupação extrema quanto aos malefícios do que tem provocado.
Se queremos um mundo melhor, como é possível não pensarmos nas gerações que virão? Como é possível pensar-se na economia presente, se no futuro pode não restar rigorosamente nada, uma vez que o próprio Homem se tem preocupado unicamente com o presente?
O ideal, de forma a concretizar os desejos e ideias do Homem e a preservar o ambiente, seria a existência de tecnologias e indústria só e apenas não poluentes e que permitissem o desenvolvimento económico tão desejado pelo Homem, mas sem interferir com o bem-estar do nosso planeta, como o daqueles que nele habitam: diminuir a poluição atmosférica, visto que, actualmente, a poluição atmosférica no Mundo em geral é extremamente elevada e que isso causa efeitos nocivos em todo o Meio Ambiente. É necessário fazer algo de modo a atenuar os danos existentes e prevenir que estes piorem, ao ponto de tornar a situação irreversível. Sabendo que existe um problema no limite dos recursos naturais, a solução será sempre procurar combustíveis alternativos. O biodiesel é um combustível degradável, obtido através do tratamento de óleos alimentares virgens ou queimados. Tem potencial para substituir total ou parcialmente o gasóleo na utilização de motores diesel. O aproveitamento de óleos queimados tem grandes vantagens, uma vez que quando resíduos deste tipo são libertados em meios hídricos, solo ou redes de esgotos originam deficiências no funcionamento de ETARs (Estações de Tratamento de Águas Residuais) e causam corrosão e entupimentos em canalizações.
Actualmente, estamos num período interglaciar. Uma próxima era glaciar irá acabar por se iniciar, que, geralmente, é antecipada por um período em que a temperatura média global aumenta. No entanto, o ser Humano está a apressar esse processo, podendo não haver tempo suficiente para os ecossistemas se adaptarem, de modo a manterem o seu equilíbrio.
continuação...

Beatriz Moita nº4 11ºO

Anónimo disse...

continuação...

Em suma, o Homem deverá compreender que os ecossistemas podem estar já demasiado fragilizados para conseguirem sequer subsistir num clima estável, por causa das consequências directas da sua acção através da poluição, e que não tem o direito de prejudicar o ambiente em que vive de modo a satisfazer necessidades tecnológicas e industriais que parecem ser tão imprescindíveis à sua vida.

Beatriz Moita nº4 11º0

Anónimo disse...

Catarina nº6 11ºQ
Manipulação genética

A manipulação genética baseia-se na mudança dos genes. O seu objectivo é criar novas características no ser vivo para, assim, lhe conferir maior utilidade, esperando-se obter proveito desta manipulação de genes. A clonagem é também uma técnica que se relaciona com a manipulação genética, mas em vez de se modificarem os genes, copiam-se.
A manipulação genética tanto pode ter características positivas como negativas. Vejamos algumas das vantagens: melhoria da qualidade dos alimentos, tal como, colheitas mais abundantes; a resistência das colheitas a pragas e doenças, o que diminui a utilização de produtos químicos (como herbicidas); a criação de vacinas, produtos farmacêuticos, anticorpos, etc. Por exemplo: a insulina, bastante utilizada em doenças degenerativas, como diabetes, hipertensão e cancro, é possível graças à evolução da manipulação genética. É também possível eliminar os genes afectados por uma doença e substitui-los por genes sãos, podendo, assim, prolongar a vida do indivíduo e, também, diminuir o número de gerações e do tempo necessário para um novo cultivo. Porém, apesar de estes serem factos positivos podemo-nos interrogar se ao faze-lo não estaremos a alterar o ciclo natural da vida, emendando assim o “destino” do individuo. Com isto, surgem as desvantagens como: a contaminação de produtos naturais (como o mel); a modificação de outros genes presentes nas plantas; a regeneração das espécies fica com capacidade limitada; e assiste-se a um aumento da vulnerabilidade genética e diminuição da diversidade da espécie em cultivo. Devido a desvantagens como estas, ocorreram inúmeros problemas éticos e morais.
Na minha opinião, o facto de que com a manipulação genética se podem curar várias doenças é óptimo, o problema está no caminho até encontrar essa cura, isto é, muitos animais vão servir de cobaias, vão ser abusados e colocados em sofrimento para encontrar essa cura. Tal como Charles Colson diz “um dia podemo-nos livrar das doenças genéticas, mas apenas ao custo da nossa própria humanidade” (we might one day get rid of genetic diseases, but only at the cost of our own humanity). Assim teremos de escolher entre fazer sofrer vários seres vivos para conseguir, futuramente, curar outros e não fazer sofrer seres vivos e deixar a investigação estagnada. Obviamente que a ciência irá optar pela primeira opção, pois o que motiva um cientista é a curiosidade de descobrir mais e mais, sendo assim difícil de impedir avanços e as consequências que vêm com eles. Teremos de nos focar no facto de que “A grande revolução da engenharia genética é que o homem não é só dono da natureza, mas também pode criar um ser vivo. Ele passou a ser proprietário dos mecanismos íntimos da criação" (citado por Daniel Borrilo, advogado Italiano). Pensemos então: o homem irá assim ser dono da natureza e ficar obcecado por tal poder, vai alterar o seu carácter natural, o seu rumo, os seus mecanismos, podendo até criar seres vivos, o que já aconteceu com a famosa ovelha Dolly, que, como sabemos, sofreu de envelhecimento precoce e outros problemas. Clonar seres, copia-los, será isso moralmente correcto? Ainda se clonassem dinheiro, até que seria bom, pelo menos já não se assistiria a crises e dividas, seria tudo mais fácil. Será correcto copiar um ser vivo, retirando-lhe assim a sua singularidade? Na minha opinião não. A ciência não deve ir tão longe, não pode chegar a esse ponto de retirar a identidade a um ser. Mas penso que sim, que se deve avançar em alguns campos científicos para se (...)

Anónimo disse...

(...)encontrar curas para doenças, mas que não se deve exagerar e começar a copiar tudo e todos, como se o mundo fosse um computador, em que é simples fazer “copy+paste”. A verdade é que se chegarmos a esse ponto, o problema dos cientistas vai ser encontrar o ”Ctrl+Z” ou o “undo” para apagar os erros que se cometeram.
Conhece-se também o caso de um animal, denominado como “super rato”, que foi modificado geneticamente na universidade de “Case Western Reserve”. Os genes modificados foram aqueles que são responsáveis pela forma como o animal queima energia, dando-lhe capacidades extraordinárias, como correr por mais de 6 horas seguidas, sem parar, sem qualquer tipo de dor muscular, que seria criada pelo ácido lácteo. Porém este rato come muito mais do que um normal e, além disso, permanece mais tempo sexualmente activo. Este rato é, ainda, mais ofensivo do que um rato normal. Porém, tudo o que os cientistas se interessam é pela capacidade extraordinária do corpo queimar calorias, deixando de parte o facto de que alimentar um animal destes será mais dispendioso e, mais gravemente, o grau de agressividade, sendo que se estes ratos ficassem à solta, veríamos filmes, como o “the rats”, tornarem-se realidade. Este seria o caos total, ver a raça humana a ser extinta e dominada por umas experiências genéticas. Obviamente, isto é uma hipérbole, pois, para isso, seriam necessárias centenas de ratos destes para se assistir a uma extinção. Mas quer dizer, a ciência está também a cometer hipérboles, excessos, ao manipular animais, ao copiar a vida humana, ao alterar as suas características e mecanismos. Não será isto um exagero? Não será que os cientistas andam a ver filmes a mais? Talvez queiram criar um quarteto fantástico, igual ao do filme, ou quem saiba, melhor. Um dia mais tarde, ainda veremos exércitos constituídos por clones de um homem que foi geneticamente alterado, para ter uma força extraordinária e “poderes” inimagináveis. E os verdadeiros humanos? O que lhes acontece? Serão postos de parte, substituídos por clones, meros clones científicos. Eles, que foram aqueles que trabalharam para ter, pelo menos, metade da força dessas experiencias, aqueles que têm orgulho de defender a pátria, aqueles que se esforçaram, que correram e treinaram durante anos para conseguir entrar para a marinha ou para o exército, serão simplesmente ignorados, postos de parte. Será que este é o mundo que nos espera? Acho que vamos ter de esperar para ver.

catarina nº6 11ºQ

Anónimo disse...

Ética na sexualidade: Namoro/ violencia na sexualidade.
A ética, na sua dimensão filosófica, oferece a reflexão sobre o significado e finalidade da existência humana, definindo a moralidade. A justificação dessa moralidade ou eticidade, porém, encontra-se no diálogo contínuo e em confrontação permanente com as contribuições dos diferentes conhecimentos científicos a respeito do ser. A sexualidade é uma das dimensões básicas da pessoa e um dos factores fundamentais da vida social.
Não é função da ética reprimir de forma violenta a sexualidade, mas esta também não deve considerar-se autónoma, sem levar em conta a dimensão.
O ser humano é muito mais do que seus próprios instintos. A escolha do parceiro, para um relacionamento como o namoro, é uma das mais importantes decisões que faremos ao longo da vida. Ainda que observemos a grande fragilidade da permanência e da satisfação nos relacionamentos amorosos, pode-se constatar que cada pessoa passará pelo processo de escolha de parceiros somente umas poucas vezes na vida. Esta escolha pode ser francamente destrutiva ou altamente terapêutica, no sentido de poder impulsionar mudanças em direcção à saúde, ou de estimular um funcionamento psicológico mais adequado. Quando a escolha é destrutiva entramos na parte que é chamada de violência no namoro, onde ocorre os maus tratos tanto físicos como psicológicos, isto é uma acto de violência cometido por um dos parceiros numa relação amorosa. A violência no namoro tem como consequências perdas de apetite, nervosismo, tristeza, sentimentos de culpa, depressão, isolamento, etc. Embora exista alguns casos de violência por parte das raparigas, a maioria dos casos é exercida pelos rapazes


Joana Batalha; Nº9; 11ºP

Anónimo disse...

A Manipulação Genética

Como sabemos qualquer ser animal ou vegetal é constituído por células, e dentro de cada célula existe um núcleo, com um conjunto de cromossomas. Os cromossomas são estruturas do ADN, onde existe toda a informação sobre o organismo a que pertencem. Os genes, constituintes do ADN, representam cada um, uma propriedade específica. A manipulação consiste em retirar os genes de uma cadeia de ADN, introduzindo no seu lugar novos genes. A partir daqui temos uma novo organismo geneticamente modificado, que se irá reproduzir segundo as características adquiridas. No estágio actual da engenharia genética é possível modificar geneticamente plantas e animais. Estas actividades, em grande expansão, deram origem a importantes ramos de investigação científica, como a engenharia genética. Manipulação genética comporta vantagens como curas para doenças e maior produtividade em termos agrícolas. A manipulação genética começou também por estudar sementes com o argumento de elas serem mais resistentes a pragas, e obter maior produtividade. Um dos maiores proponentes destas sementes alteradas foi uma empresa americana que produzia pesticidas. As sementes mais tarde tiveram o pesticida incorporado nos seus genes. Um dos problemas que surgiram foi que as plantas, já não produziam sementes viáveis. Ou seja, os agricultores tem que comprar novas sementes em cada ano para serem plantadas.• Isto tornou-se um negocio tão rentável que esta empresa agora controla 90% das sementes Norte-Americanas.• Com o sucesso da manipulação genética do mundo vegetal, passamos para os animais. Os casos mais mediáticos foram os clones tais como a ovelha Dolly. Mas a derradeira manipulação será humana. Consta que existam num futuro próximo, clínicas capazes de manipular genes para que seu filho tenha olhos azuis, cabelo louro ou outra alteração física. Claro que, se esta pratica realmente existir é altamente ilegal mas uma pergunta surge: se estamos a alterar os genes dos nossos filhos, porque não dar-lhe outras vantagens em relação aos seres vindouros, como uma inteligência superior, menor probabilidades de cancro ou doenças cardíacas, mais alto e sem obesidade, um sistema imunitário mais resistente, aptidão superior para o desporto como ser ambidextro? Se tudo isto for implementado, não terá esta criança maiores possibilidades de sucesso no mundo?
Estas crianças iriam tornar-se líderes e pessoas de renome e iriam incentivar ainda mais esta ciência que hoje tanto nos impressiona.
Conclusão:
Chego à conclusão que a Manipulação Genética se explica numa simples síntese:
Esta nova ciência, criadora de seres artificiais, vem alterar o principio da lei do mais forte, o que faz com que deixe de haver razão para dar-mos o nosso melhor e como tal, origina que deixemos de valorizar as metas e objectivos conseguidos, tendo em conta que pouco ou nada tivemos de batalhar para os conseguir.

Telma Felisberto nº18, 11º Q

Anónimo disse...

O trabalho e as novas tecnologias

Será lícito substituir mão-de-obra humana por trabalho robótico?
Em pleno século XXI torna-se cada vez mais clara a necessidade de estabelecer um limite que nos permita perceber até que ponto é ética a substituição de mão-de-obra humana pelo trabalho executado por máquinas.
As novas tecnologias estão na nossa casa, na escola, no trabalho e como tal fazem parte do nosso dia-a-dia: a partir do momento em que o despertador/rádio toca e abrimos os olhos até à televisão que desligamos mesmo antes de adormecer, passando por todos os episódios comuns diários em que, utilizamos um cem numero de objectos, sem esquecer o telemóvel que nos acompanha durante todo o dia, todos os dias. As novas tecnologias são uma constante e estão por toda a parte, afirmo até, com alguma firmeza que, sem elas, a nossa vida não seria a mesma.
Qual seria hoje a alternativa que teríamos para ter igual ou semelhante informação como a que nos é possível todas as manhãs através do telejornal - que para aceder basta apenas carregar no botão do telecomando, em que, ele próprio é uma nova tecnologia -? Talvez o jornal fosse o modo de propaganda de informação, em alternativa, mais rápido. Mas até os jornais que compramos no quiosque têm por de trás um processo produtivo, que implica mais uma vez, tecnologia.
Como seria o mundo sem tecnologia? Haveria uma administração pública relativamente ordenada capaz de dirigir todo o país? Haveria uma formação conveniente nas escolas para o futuro inovador e cada vez mais tecnológico que se adivinha? Haveria um conhecimento devido do mercado empresarial ou da bolsa para saber onde e quando investir? Haveria previsões do estado do tempo? Haveria comunicações com o outro lado do mundo? Será que haveria um trabalho mais justo, mais equitativo, menos divergente? Porque se pararmos um pouco para reflectir, damos conta que alguns problemas da nossa sociedade estão também associados às novas tecnologias. Eu diria que alguns problemas relacionados com a criminalidade e a discriminação são consequências das novas tecnologias. Tanto que, ou um indivíduo tem uma vida económica minimamente estável e segura, e tem ao seu alcance um leque de objectos que lhe proporcionarão uma «boa vida» e, por sua vez, o permitirão adquirir mais e melhor e continuar a progredir economicamente ou, como seres humanos que somos, o saber da existência destes objectos vai criar em nós uma certa inveja, uma ambição por vezes cega que nos fará querer a todo o custo determinado objecto.
Por outro lado são as novas tecnologias elas que nos permitem saber que em determinado momento houve uma descoberta científica capaz de curar doenças até então mortais; são elas que, por vezes, nos permitem descobrir e tentar reduzir os efeitos de uma catástrofe natural como um furacão, por exemplo; são elas que permitem o tráfego aéreo existente nos nossos dias; são elas que permitem o desenvolvimento do mundo e da nossa sociedade.
E será a sociedade portuguesa uma sociedade aberta às novas tecnologias e à era tecnológica que se adivinha?
Frequentemente confundimos as novas tecnologias, não de forma totalmente errada à Internet. E é-nos possível, através do contacto dos portugueses a esta, delinear, de certo modo, o quão aberta a nossa sociedade está às novas tecnologias. Sabemos que em 2003, 2/5 da população portuguesa acediam com alguma regularidade à Internet, sendo a maioria dos utilizadores jovens do sexo masculino, e, como seria de prever, quanto menor o nível de escolaridade, menor o nível de acesso a esta tecnologia. Relativamente à condição de trabalho, é na população empregada que se nota uma maior adesão à Internet, sendo contudo, verificada uma maior utilização desta por parte dos estudantes.

Patrícia Martins 11ºO nº 16

Anónimo disse...

(continuação)

A formação dos jovens a nível tecnológico, introduzida pelas escolas e induzida conforme a progressão escolar, tem como objectivo a sua formação para uma integração destes num mundo do trabalho mais competitivo a nível mundial. Esta competitividade é, em grande parte possível, graças às novas tecnologias, uma vez que, a longo prazo o investimento nestas é mais rentável do que a contratação e manutenção de um indivíduo efectuando a mesma tarefa. Outros problemas surgem desta contratação e manutenção de um indivíduo por uma empresa, isto é visível nos contratos que agora são feitos com um menor período de rescisão, as indemnizações até então exigidas tendem a diminuir ou até mesmo, desaparecer, os honorários são cada vez menores e em contrapartida as formações exigidas pelo empregador são cada vez maiores, tanto que, como vulgarmente se diz: tira-se um curso superior para se acabar a trabalhar numa caixa de supermercado, não que este seja um trabalho desonesto mas, sejamos pragmáticos, não é um trabalho que exija muita formação. Incrivelmente até estes trabalhos estão a desaparecer, sendo os empregados de caixa substituídos pelo próprio cliente que vai às compras e tem a opção de pagá-las em máquinas self-service.

Posto isto, será lícita a substituição de pessoal altamente qualificado por robots certamente mais económicos?
É necessária uma progressão do nosso país dito desenvolvido a nível económico para que este possa acompanhar aqueles a que se assemelha em estatuto e, para isso, é exigido às nossas empresas um maior investimento tecnológico, como tal, estas não têm outra opção, senão tornarem-se economicamente mais competitivas, adquirindo material tecnologicamente mais desenvolvido e, consequentemente, despedindo pessoal qualificado. Uma alternativa a este despedimento é a supervisão humana do bom funcionamento das máquinas, mas é certo que basta uma só pessoa para se certificar deste bom funcionamento enquanto seriam necessárias dez para a execução do trabalho.

Patrícia Martins 11ºO nº16

Anónimo disse...

O Trabalho e as Novas Tecnologias:

Não há dúvida que as novas tecnologias são muito importantes na sociedade em que hoje vivemos. As máquinas transformaram, desde á uns anos para cá, radicalmente a nossa maneira de viver e pensar.
Experimentamos, de modo inconsciente, constantes avanços tecnológicos, aparentemente inofensivos, e estamos de certa forma habituados a partilhar o espaço com os mais diversos equipamentos electrónicos!
As aplicações tecnológicas são inúmeras, e grande parte delas estão presentes em áreas da saúde, da alimentação, do nosso trabalho, na forma como nos comunicamos, em quase tudo o que fazemos no nosso quotidiano.
Há, no entanto um claro predomínio do conhecimento científico, e consequentemente de novas invenções tecnológicas nos países ocidentais. A tecnologia e o seu contributo para a melhoria da qualidade de vida é por isso, um luxo de apenas alguns.
São também estes países, mais desenvolvidos e industrializados, que têm a hipótese de inserir as suas descobertas tecnológicas nos seus meios de produção, dando-lhes fortes vantagens em relação aos restantes países. É portanto, correcto afirmar que o desenvolvimento de novas tecnologias possibilitou profundas mudanças no processo produtivo. Mas serão as tecnologias nossas aliadas ou inimigas? Até que ponto é que elas nos podem ser benéficas, no que diz respeito ao nosso trabalho? Serão elas as grandes causadoras do desemprego? Estaremos a ser ultrapassados por algo que criamos?

Cada vez mais as organizações incorporam opções tecnológicas no seu processo produtivo, uma vez que possibilita reduzir os custos de produção e aumentar a competitividade internacional. E cada vez mais, a mão-de-obra humana é dispensada e substituída por mão-de-obra robótica – originando o chamado desemprego tecnológico.
Este desemprego acontece frequentemente porque os empregados têm falta de mão-de-obra qualificada. Esta é uma das exigências que as tecnologias trouxeram: exige-se uma maior qualificação e especialização do trabalho, havendo muitas fezes uma desadaptação entre o que os trabalhadores estão aptos a fazer e aquilo que o mercado deles exige. A formação e actualização permanente dos trabalhadores ganha assim uma importância fundamental.
Em alguns sectores, porém, o uso de ferramentas de informação e comunicação possibilitam o surgimento de algumas novas profissões e categorias de trabalho, em detrimento de inúmeras outras que são eliminadas. Um exemplo concreto, é o surgimento do teletrabalho, que acredito que seja um dos caminhos para o futuro do emprego no mundo globalizado, por contribuir para o aumento da produtividade, redução dos espaços físicos de trabalho e maior flexibilidade organizacional.
A nossa sociedade é já inseparável da tecnologia. Esta desempenha um papel determinante no contexto cultural actual, estando de tal maneira presente no ambiente em que vivemos, que já faz parte de nós e das nossas estruturas mentais. Vivemos numa época de mudança intensa, a um ritmo que, provavelmente, nunca mais será possível atingir. Cabe-nos a nós, saber lidar com essa evolução, evoluindo também. Cabe-nos a nós arranjar soluções e intensificar o nosso papel neste mundo tecnológico. Cabe-nos a nós fazer da tecnologia nossa aliada e não nossa inimiga. Cabe-nos a nós não deixarmos que nos substituam…

Mafalda Simões, 11ºO, nº14

Anónimo disse...

O avanço tecnológico e os interesses político-económicos

O tema poderia ser considerada uma questão técnico, mas na minha opinião a questão e na verdade uma questão moral, como e mais que sabido, e obvio, todo e qualquer avanço tecnológico foi na sua essência “patrocinando” pelos diversos governos e fortunas do mundo, com toda a certeza que e impossível a alguém nomear um único desenvolvimento cientifico que não leva-se “agua no bico”, os computadores um dos expoentes máximos na evolução humana… inventados por uma equipa de cientistas americanos para descodificar códigos de mensagens inimigas, os avanços alcançados pela aviação, o longo sonho da humanidade… talvez seja melhor agradecer a 2º guerra mundial por isso, o GJS… agradecer aos americanos pela sua tentativa em guiar mísseis de forma mais eficaz, a energia nuclear… boa ideia agradecer aos milhares de pessoas mortas nas bombas lançadas sobre nakasaqui o Hiroshima, o corrida espacial, possivelmente o pináculo da historia da humanidade…. Agradecer a Guerra fria, onde a URSS e os EUA se de gladiaram para ver qual era a melhor politica, ideologia, lá esta os interesses políticos. Para encontrar interesses económicos não e preciso ir muito longe, tome-se o exemplo dos avanços dos automóveis no campo da economia de combustível ou nos híbridos… não se desenganem, a industria automóvel não se importa com o meio ambiente ou a atmosfera, a industria automóvel quer apenas saber de lucros.
No entanto e preciso compreender uma coisa, os avanços tecnológicos não são acessíveis a grande maioria da população mundial, e aqui que entra o verdadeiro cerne da questão apesar de a tecnologia avançar todos os dias a olhos vistos, sabe-se que a tecnologia não esta acessível a todos, e aqui se encontra o principio moral da questão, queremos nos arriscar, e principalmente estaremos dispostos a abdicar, do poder que a tecnologia nos trás, a mim não me parece que os interesses político-económicos do “mundo tecnológico”, estejam dispostos a gastar biliões na educação necessária para transformar um mundo em parte tecnológico e em parte por “tecnolizar”. Apesar de continuarmos a gastar milhões, na tentativa de continuar a avançar a nossa tecnologia, não e necessário ter um conhecimento assim tão vasto, para nos aperceber-mos de que tal e verdade tome-se o exemplo da NASA, do military industrial complex (MIC) ou ate bem mais perto de nos no CERN, e para que muito simplesmente porque a nossa sociedade gira a volta do poder tecnológico, quem tiver maior vírus informático, domina, quem tem a mais recente arma de destruição maciça, domina. E com o e obvio o poder não esta equitativamente distribuído, sendo os países mais “desenvolvidos” e somente estes a controlar os destinos da humanidade.
No entanto como deve ser do conhecimento geral tal discrepância não poderá durar muito mais tempo, a qualquer momento uma revolta pode estalar, uma revolução que pode muito bem mudar o eixo de poder, tome-se como exemplo o efeito domino provocando pela revolução na Tunísia, como uma só revolução pode fazer tremer os lideres do médio oriente, imagine-se que surgia uma revolução no Sudão a exigir uma melhor distribuição da tecnologia e recursos mundiais, isso levaria a uma outra revolução num outro pais e de seguida outra e outra e outra.
Se queremos que a humanidade avança através da tecnologia será necessário investir na educação, não nos podemos esquecer de uma coisa muito importante, e nos completamente impossível calcular o nº de génios perdidos por esse mundo fora, devido a fome ou ao subaproveitamento das capacidades de centenas de génios em potencia.
Portanto para aqueles que não querem ver a parte teórica da questão lembrem-se de uma coisa com um grande investimento a curto prazo seria possível fazer avançar a tecnologia a um ritmo imensamente superior, simplesmente por equilibrar a balança tecnológica e por seu turno a do poder.

António Bartolomeu nº 3 11 Q

Anónimo disse...

O saber dos cientistas, nos dias de hoje, não chega por si só para descobrir/criar algo novo.
Para que os cientistas possam iniciar uma investigação científica precisam de um orçamento e é ai que os interesses político-económicos entram.
Os principais patrocinadores responsáveis pelo financiamento da investigação científica são os políticos ligados a governação de um país, bem como aos interesses militares desses mesmos países, e por isso estão mais interessados no resultado final dessas investigações (ex: armas, veículos blindados, etc.) do que no desenvolvimento e melhoramento da própria ciência em si.Não que estas investigações não desenvolvam a ciência, pelo contrario até desenvolvem, mas na minha opinião devia-se investir mais noutras áreas como a saúde para encontrarem a cura de doenças que matam milhares de pessoas no mundo, como por exemplo a sida ou cancro, do que investir em armas que dizem ser para “defesa” do país mas que ao final de algum tempo vê-se pessoas em áfrica com essas ditas armas de “defesa” no meio de algumas das mais violentas guerras que este mundo já presenciou, e ai eu pergunto se este mundo que esta cheio de armas ainda precisa de mais? Mesmo que sejam criadas com as melhores intenções as armas serão sempre armas e só vão provocar mais caos e destruição.
Actualmente no nosso país a investigação científica tem sido muito pouco contra participada pelo nosso governo apesar de ter-mos recebido algumas distinções em varias áreas importantes da saúde e investigações espaciais, o governo continua a não ajudar os nossos cientistas o que os levam a procura de trabalho noutros países em busca de melhor qualidade e “quantidade” de trabalho, visto que as condições que o nosso país tem são mínimas e rudimentares comparando com as potências da Europa e de todo mundo. Não estará na altura do nosso governo apoiar os nossos cientistas com o seu próprio dinheiro em vez de esperar por fundos da união europeia?

Nuno Antunes nº13 11ºQ

Anónimo disse...

Liberdade, manipulação, felicidade, prazer e dependências.

Como todos sabemos, a comunicação constitui uma das necessidades básicas da vida social. Com ser sociável, o ser humano evita o isolamento e exprime a sua liberdade pessoal pelo acto comunicativo. Associado à capacidade de comunicação e relacionamento do ser humano, a manipulação, com diferentes nomes e de uma forma mais ou menos consciente, tem acompanhado a humanidade ao longo do seu percurso histórico.
Liberdade está relacionada, também, com felicidade e prazer. Há jovens que, na ânsia de serem livres, se lançam numa desenfreada procura de toda a espécie de prazeres, porque, dizem, “só assim se sentem felizes”. Na verdade, eles confundem felicidade com o simples prazer. Sem menosprezar o valor do prazer na vida humana, é essencial distinguir felicidade de prazer. O prazer corresponde a estados passageiros de bem-estar que rapidamente desaparecem e, se aliados a comportamentos de risco, podem conduzir a pessoa a um abismo sem retorno. Já a felicidade, pelo contrário, é um estado mais permanente e não se circunscreve de imediato.
Existem sempre novas formas de dependência. Hoje podemos referir as novas tecnologias, tais como: telemóveis, consolas (playstation,xbox,etc), computadores (inúmeras actividades),programas televisivos, mas, além destes, existem os mais graves, como o álcool, tabaco ou drogas. Sob os efeitos delirantes dos estupefacientes e do álcool, fazemos aquilo que normalmente não nos atreveríamos a fazer. Na realidade, a sensação de libertação que sentimos é uma ilusão, pois a nossa insatisfação permanece ou aumenta logo que passa o seu efeito. Não só voltamos ao estado anterior com o qual não aprendemos a conviver, como nos afundamos cada vez mais num vício que nos sequestra e aprisiona.
Também não e raro que as pessoas se deixem escravizar pelas coisas, pelos objectos que julgavam trazer-lhes liberdade. É o caso de muitos jovens que, na sua revolta contra a sociedade, pensam em encontrar a sua libertação na moda, na busca permanente de últimos modelos de computadores, telemóveis, jogos,etc. Mas o que realmente encontram é a frustração. Acabam por descobrir, afinal, que essa liberdade não passa de uma miragem e rapidamente se transforma em escravidão. Deixam de ser eles a comandar as suas atitudes e decisões e passaram a ser as coisas a orientar as suas decisões! Quando tal acontece, as coisas deixam de existir em função das pessoas; são as pessoas que passam a existir em função das coisas!
É preciso estar alerta e não deixar que o uso da nossa liberdade se volte contra ela própria. A liberdade, como livre-arbítrio, é um grande dom, mas pode autodestruir-se, se não estivermos vigilantes.

Pedro Francisco Nº10 10ºQ

Anónimo disse...

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA:


Penso que este tema seja familiar para toda a gente, pois é bastante comum, e as consequências hoje em dia na minha opinião são mais graves que á algumas décadas atrás. Isto porque imaginemos, se uma adolescente ficasse grávida por exemplo nos anos 50 ou 60, sim senhora seria um escândalo, a rapariga com certeza ficaria mal vista, e o rapaz provavelmente abandonaria a rapariga. Mas se pensarmos um pouco, nessa altura, poucas eram os adolescentes que iam á escola, pois tinham que ficar a tomar conta dos irmãos, ou ajudar no campo, e então se uma adolescente engravidasse, não mudaria a sua vida tão radicalmente como mudaria uma simples gravidez a vida de um adolescente hoje em dia.
As adolescentes daquela época tinham uma mentalidade diferente, talvez por começarem a carregar responsabilidades mais cedo ( curioso que hoje em dia jovens de 20 anos ou melhor, nem adultos conseguem ser tão responsáveis como os adolescentes daquela época) , podemos então dizer que houve uma mudança de mentalidade, e houve mesmo, e o mundo está louco, adolescentes que têm mais de 1 namorado, o que? Naquele tempo as raparigas só eram bem vistas se tivessem 1 único namorado, e se casassem com ele e vivessem o resto da sua vida juntos. (sim e refiro-me ás raparigas, porque toda a gente sabe que se for uma rapariga é mais escandaloso e dá muito mais que falar do que se for um rapaz, para além disso os rapazes não engravidam por enquanto, embora já seja possível com o avanço da tecnologia, mas não entremos por ai.) e hoje as adolescentes , pelo menos grande parte delas, trocam frequentemente de namorado.
Eu não diria que houve uma evolução na mentalidade, mas sim um atraso, como é que é possível, continuar a existir milhares de casos de gravidez na adolescência nesta última década? Supostamente com maior número de informação, e com o aumento da acessibilidade aos métodos contraceptivos e ao planeamento familiar este problema não deveria diminuir?
É que para além da gravidez, acrescentam-se outros problemas, como as doenças sexualmente transmissíveis, e aqui é que é mesmo a morte do artista, se na adolescência ter uma criança é o caos, então se juntarmos aos inúmeros casos de que para além do fruto de uma prática sexual inconsciente e imatura ser uma criança, ser também uma doença que é uma bomba relógio dentro do corpo humano. E quando explode muitas das vezes já é tarde demais, e estou mesmo a falar da SIDA porque se não me engano para além de ser a mais comum, é umas das que não tem cura ainda actualmente.
Um adolescente quer aproveitar a sua vida, novas experiências, e viver ao máximo o quanto possível, mas deixo aqui a minha mensagem, pois também sou adolescente e digo, que sim façam tudo o que tenham a fazer enquanto são jovens, mas dentro de limites, mas como já referi uma gravidez durante a adolescência pode arrasar e bela vida que queríamos ter, para ambas as partes, rapariga e rapaz. A gravidez passa a deixar de ser uma coisa que apenas acontece aos outros e passa a ser uma prisão para as nossas vidas, terminando com a vida que gostaríamos de ter antes de sermos adultos, acabando por trazer inconscientemente uma nova vida ao mundo, e ficar prisioneiro de uma doença que nos vai fazer lamentar para o resto da vida.

Álvaro Alves 11ºO


http://www.youtube.com/watch?v=qgwIF8F1SFU

Anónimo disse...

stora eu esqueci-me de qual era o meu tema então fiz o da gravidez na adolescência, espero que nao haja problema

Álvaro

Anónimo disse...

Só engravida quem quer...
É de facto impressionante, os vários casos da gravidez na adolescência, que aumentam de dia para dia. Isto só me leva a pensar, que os jovens portugueses não sabem ler, ou ouvir, ou até mesmo ver.
Cada vez mais, os jovens iniciam a suas relações sexuais bastante novos, normalmente antes dos 16/ 17 anos. É natural dois jovens ainda não maduros, decidirem em acordo iniciar a sua vida sexual. Por aqui tudo bem, mas será que tomam as devidas precauções? Hoje em dia, somos “bombardeados” com tanta informação, sobre as doenças sexualmente transmissíveis, a gravidez na adolescência, contraceptivos para ambos os sexos, etc. E mais uma vez, pergunto-me para quê? Para quê, se os jovens na vida sexual activa não as cumprem? Vamos ao centro de saúde, dão-nos preservativos grátis, também pílulas e até mesmo consultas de planeamento familiar. Não precisamos de gastar qualquer dinheiro para nos proteger, apenas tempo e disposição. Ainda falam de impor aulas de Educação sexual, o que não deve no meu ver, de adiantar de muito.
É impressionante o número de jovens adolescentes que são pais com idades entre os 15 a 18 anos. Já pensaram nas consequências disso? De ter um filho para criar? Teriam de deixar a escola e ir de trabalhar, perderiam as suas identidades enquanto adolescentes e estariam ligados a uma pessoa, que na maior parte dos casos, é a pessoa por quem se acabam de arrependerem ter conhecido. Como tal, porque não parar e dar a devida importância ao excesso de informação a que temos direito e sorte em ter? Se um homem prevenido vale por dois, então sim eu ando sempre prevenido.
Francisco Costa 11ºP nº4

Anónimo disse...

Gravidez na adolescência
Gravidez na adolescência

Devido ao aumento da gravidez na adolescência e ao seu crescente número de ano após ano, alguns profissionais mencionam a ideia de ser por falta de informação e outros questionam em centrar-se numa procura pela identidade por parte dos adolescentes. O amadurecimento sexual dos adolescentes, acontece de uma forma rápida, simultaneamente ao amadurecimento emocional, iniciando, o processo na formação dos valores de independência, que acaba por gerar pensamentos e atitudes contraditórios, especialmente quanto a parceiros e profissões. Os adolescentes, muitas vezes, precisam de criar uma identidade, isto é, uma personalidade, que leva a um processo de longa duração, vão construindo ao longo da sua vida. Este processo acontece por meio de tentativa e erro, em sua maior parte, procurando o verdadeiro eu, e acaba por sofrer agonias e dúvidas, querendo ser diferente do que fora na sua infância. Alguns pais valorizam a autonomia e a disciplina no comportamento, estimulam mais o desenvolvimento da confiança, da responsabilidade e da independência. Pais que são autoritários, os quais tendem à repressão dos desacordos, e os filhos adolescentes provavelmente acabam sendo menos seguros, pensando e agindo pouco por si próprios. Pais negligentes ou permissivos que não oferecem o tipo de ajuda que o adolescente precisa, permitindo assim, que seus filhos percam o rumo, em vez de darem o exemplo de um comportamento adulto responsável. A enorme responsabilidade educacional durante o processo de adolescência, confirma a postura em relação aos filhos que crescem e aos pais que tem de preparar e explicar as mudanças que podem surgir no seu corpo, de como lidar com a questão sexual. Grande parte da população tem tido a informação básica necessária sobre o uso de anticoncepcionais e apesar dos adolescentes saberem desta informação, acabam por não tomar as precauções necessárias. Se a informação não chega, percebemos então que existe falta de diálogo entre pais e filhos, não bastando apenas dizer aos adolescentes para que usem os métodos contraceptivos mas esclarecem as dúvidas que podem surgir. Sabemos o quanto é importante passar por todas as fases naturais que a vida nos proporciona, como a infância, a adolescência, a fase jovem, adulta e a velhice, períodos onde desenvolvemos estruturas que se auxiliam uma após a outra. Actualmente, os jovens têm tendência em experimentar tudo o que há de novo, por curiosidade. O aumento da frequência de informações dentro das escolas, através das aulas é uma boa forma de colaborar, até que este assunto se incorpore definitivamente na nossa cultura, que apesar de “moderna”, ainda é cheia de tabus e preconceitos. Neste período de adolescência, no qual o jovem acredita estar pronto para o mundo, ainda lhe falta conhecimento e experiência, inevitáveis para lidar melhor com os factos importantes da vida. Dos pontos referidos enquanto possibilidades causadoras da gravidez na adolescência, entendemos que, este período de transição, pelo qual passa o ser humano, de transformações físicas e psíquicas, vendo uma instabilidade na estrutura da personalidade. Outro factor relevante é a informação que orienta quanto aos cuidados sexuais, a qual mantém o seu grau de importância, e deve fazer parte do contexto educacional a fim de se incorporar, cada vez mais, nos hábitos quotidianos da população. Encontramos ainda, a enorme exposição a estímulos na área sexual, a que as crianças se encontram constantemente e as respostas que emitem, além de gerar uma precocidade nas suas atitudes neste mesmo campo. Por outro lado, mudanças que ocorrem, e ainda, ser um projeto de vida para substituir a falta de perspectiva profissional, fazendo do futuro, uma visão de poucas possibilidades de crescimento em várias esferas, a exemplo da educação e cultura.

sílvia martins, 11ºo n21

Anónimo disse...

Manipulação genética? O que é isso afinal? A Genética, é a ciência dos genes, da hereditariedade e da variação dos organismos. Por sua vez os genes são os agentes responsáveis pela transmissão da informação genética dos progenitores para os seus descendentes. A manipulação consiste em controlar directa ou indirectamente um objecto, regra, animal ou pessoa para actuar de uma determinada forma de acordo com os desejos do agente manipulador. Mas agora falam-me de uma nova concepção que junta estes conceitos que é a manipulação genética.
Muitos debatem a favor ou contra este conceito e sobre a sua aplicação. Outros simplesmente ignoram e não sabem ao certo o que quer dizer. Mas afinal o que será a manipulação genética?
O conhecido dicionário da língua portuguesa, diz-me que a manipulação genética é um conjunto de processos que permitem alterar ou combinar tecnicamente os genes de um organismo. Os cientistas explicam que teórica e cientificamente, consiste em retirar os genes de uma cadeia de ADN, introduzindo no seu lugar novos genes.
Com tanta descoberta, já é possível modificar geneticamente plantas e animais, assim como produzir microorganismos em ambientes controlados (laboratórios ou instalações industriais).
Mas será mesmo necessário modificar tanta coisa e mexer na ordem natural das coisas? Visto assim, parece muito “bonito”, mas muitas pessoas questionam-se sobre a “beleza” deste método. Uns dizem que podem trazer problemas para a saúde e bem-estar dos outros seres. Outros dizem que vai contra a ordem natural das coisas. Outros ainda, apontam para o possível sofrimento dos animais usados nas experiencias. E outros dizem que este método e apenas utilizado para os laboratórios obterem mais lucro e maior controlo.
Concluímos então, que há muitas formas de se ver a manipulação genética. Pode-se ver no sentido mau, pois pode prejudicar a vida do ser humano ou animal, ou pode-se ver pelo lado bom, pois poderá permitir a criação de novas espécies para a preservação de outras. Mas qual será a melhor perspectiva do tema?
Eu acho que tanto as pessoas contra como as pessoas a favor estão correctas. Por um lado, poderá favorecer na criação de novas espécies que poderão ajudar a que outras não se extingam. Por outro, há o facto de não se saber ainda se os organismos modificados podem prejudicar ou não a saúde ou o bem-estar de todos os outros seres e de ainda por cima ser contra a ordem natural das coisas. Por isso acho que se devem estudar bem todos os aspectos antes de se fazer uma opinião. Mas sinceramente, os laboratórios que praticam este método não o deviam usar apenas para seu lucro e para que possam controlar aquilo que querem.
Assim este método apenas deveria ser utilizado no caso da criação de novas espécies de animais, por exemplo, para que outras possam ser preservadas, ou para a criação de plantas que, por exemplo, sejam resistentes aos bichos, ou para a criação de alimentos, como o Tricale, que possam fazer minimizar os custos para pessoas mas mantendo a mesma qualidade nos alimentos.
Com isto eu pergunto. Será necessário modificar o que temos para outros terem mais lucro? Ou será que em vez de se esforçarem por inventarem alimentos com outras características, se deveriam interessar mais por produzir alimentos “normais” para a nossa alimentação?

Joana Pinto 11ºR

Anónimo disse...

Gravidez na adolescência / planeamento familiar e contracepção

A adolescência assume-se como um importante período da vida, que corresponde a diferentes tomadas de posição sentidas ao nível social, familiar e também sexual. A puberdade marca o início da vida reprodutiva de rapazes e raparigas, sendo caracterizada por mudanças fisiológicas e psicológicas. Uma gravidez na adolescência implica um duplo esforço de adaptação fisiológica e uma conciliação de duas realidades que convergem num único momento: estar grávida e ser adolescente.
Ser adolescente, por vezes, não é fácil, pois nem sempre somos compreendidos como devíamos ser e nem sempre temos também o apoio para tomarmos certas decisões que devíamos ter.
Estar grávida na adolescência, também não é nada fácil, pois nem sempre os pais reagem com “boa cara” a estas situações, na maioria dos casos revelam-se constrangedoras pois, na altura em que precisamos mais dos pais eles não estão lá para ajudar pois ficam revoltados com a situação e temos de encarar toda esta situação sozinhas, por vezes também sem o próprio namorado. Também temos de abdicar de toda a nossa vida de adolescência, e uma rapariga estando grávida condiciona uma das melhores fazes da sua vida que é a adolescência, às vezes por um erro, outras vezes por uma noite…
Quando a notícia desaba sobre a adolescente (e a família) como uma avalanche, ter ou não ter o bebé é a grande decisão. Valores pessoais, sociais e religiosos influenciam o desfecho, mas, independentemente disso, nos dois pratos da balança pesam-se consequências que não se podem descartar levianamente.
Assim, é preciso não esquecer que devido á idade existe um risco maior de problemas durante a gravidez, pois o corpo não está preparado. Subsiste igualmente um risco acrescido de problemas no parto e depois do parto. Os bebés nascidos de mães adolescentes costumam ter peso inferior ao normal, requerendo bastantes cuidados. Cuidados que a mãe nem sempre consegue proporcionar, pois não dispõe nem dos conhecimentos técnicos adequados nem de maturidade psicológica.

Hoje em dia os jovens iniciam a sua vida sexual cada vez mais cedo. Para uma efectiva prevenção de gravidezes indesejadas e de doenças sexualmente transmissíveis, como a sida e as hepatites, é indispensável que estejam alerta para a necessidade de usar o contraceptivo certo e sejam incentivados a fazê-lo correctamente.
Tal tarefa cabe aos pais, professores e também ao Estado, por exemplo, através dos serviços de saúde. Por lei, os centros de saúde e hospitais com serviços de ginecologia devem ter consultas de planeamento familiar e facilitar o acesso aos jovens, seja qual fora sua área de residência..
Nas consultas de planeamento familiar os profissionais devem fornecer informação sobre os métodos de contracepção, orientar para a opção adequada e disponibilizar contraceptivos gratuitamente nos centros de saúde e hospitais públicos. Devem ainda motivar os utentes a voltarem à consulta, para ver como estão a adaptar-se ao método, corrigir eventuais erros, levar mais contraceptivos ou esclarecer dúvidas.
Também existe o método da contracepção como a pílula, o preservativo, o DIU (dispositivo intra-uterino) entre outros.
É ainda importante estar informado sobre os prós e os contras dos métodos contraceptivos, para fazer a escolha mais adequada e saber como devem ser usados, para que sejam seguros e eficazes.
Nem sempre os adolescentes têm acesso às consultas de planeamento familiar ou por não terem conhecimento da sua existência ou por não haver este tipo de consultas nos centros de saúde e outras instituições perto de si.
A partir do momento em que uma adolescente está grávida deixa de ter vida própria, agora a sua vida vai girar em torno do seu filho.


Adriana Fragata 11ºO Nº1

Anónimo disse...

Gravidez na adolescência
“A gravidez é o período de crescimento e desenvolvimento do embrião na mulher e envolve várias alterações físicas e psicológicas”. A gravidez na adolescência é um assunto mundial. É um problema que normalmente surge nas famílias de nível social médio. E o número desses casos é cada vez maior principalmente nas idades entre os 13 a 17 anos.
Consequentemente além de trazer problemas aos próprios adolescentes, os pais também acabam por ser afectados, pois todos os pais esperam que os filhos concluam primeiro os estudos e acaba por ser um choque para eles. E em outros casos essas adolescentes são abandonadas pelo parceiro. Muitas das vezes não estão preparadas, nem emocionalmente, nem economicamente, como poderá uma criança cuidar de outra criança? Esse assunto é muito grave principalmente agora com o número crescente de desemprego. Por vezes não têm o apoio dos pais e isso torna-se muito complicado porque acabam por sair de casa e abdicam dos estudos. Outras ainda optam por fazer o aborto que pode ser prejudicial quando não feito perfeitamente, e também acabam por eliminar um novo ser inocente.
Além disso o corpo de uma adolescente ainda não está preparado, ou seja está imaturo pois o organismo encontra-se em desenvolvimento. Existem alguns problemas como o tamanho da pelve e a flexibilidade dos músculos uterinos o que dificultará o desenvolvimento do feto. Estes riscos são mais elevados para aquela adolescente que teve a puberdade tardia por isso recorre-se a cesariana.
Os principais factores que contribuem para a gravidez na adolescência:
• Falta de informação sobre os métodos contraceptivos.
• Falta de orientação da família, escola e sociedade.
• O uso de drogas e bebidas alcoólicas também interferem na contracepção.


Mas contudo existem meios que ajudam na prevenção de uma gravidez indesejada como:
O planeamento familiar que é uma maneira de certificar que as pessoas têm acesso a informação, a métodos de contracepção seguros, a serviços de saúde que contribuem para a vivência da sexualidade de forma segura e saudável. Tem como objectivo:

Impulsionar comportamentos saudáveis face à sexualidade;
Informar e aconselhar sobre a saúde sexual e reprodutiva;
Atenuar a incidência das infecções de transmissão sexual as suas consequências, nomeadamente a infertilidade;
Reduzir a mortalidade e a morbilidade materna e infantil;
Permitir ao casal decidir quantos filhos quer, se os quer e quando os quer, ou seja, planear a sua família;
Preparar e promover uma maternidade e paternidade responsável;
Melhorar a saúde e o bem-estar da família e da pessoa em causa.
O planeamento familiar não é apenas para mães adultas, os adolescentes também devem procurar informar-se acerca dos métodos contraceptivos como o uso do preservativo e da pílula mas sempre solicitar sempre indicações do médico antes de usa-los. Por isso acho que a razão para o excessivo número de gravidez na adolescência, por vezes é a falta de responsabilidade, excepto naqueles países onde a informação é escassa. Porque o planeamento familiar usufrui toda informação necessária.

Tarsiana nº 17 11ºQ

Anónimo disse...

A Tecnociência e a Ética

A ciência e a técnica são ambos conceitos que marcam profundamente a nossa época. Ambos marcam o nosso mundo manipulando e transformando a realidade, numa forma de poder do Homem sobre a natureza, poder que, progressivamente, se voltou para os seres vivos, inclusive para o próprio Homem. Teremos de perguntar se estes poderes manipuladores e transformadores que a ciência tem, que resultam daquilo que o Homem criou para melhorar e inovar, será sempre benéfico para a humanidade? Por isso, é fundamental que a ética deva acompanhar a investigação científica e a sua aplicação, na vida profissional e no seu exercício, para criar um campo limite do que é eticamente correcto ou incorrecto.
O termo tecnociência, que surge da junção da ciência com a tecnologia, é um conceito muito vasto que designa o contexto social e tecnológico da ciência, conferindo ao homem uma expansão da capacidade técnica e, cujos efeitos, poderão provocar consequências devastadoras na própria existência do ser humano. Isto é, a explicação de homem, tal como foi adoptada é, actualmente, posta em evidência. As competências, ética e moral, são atingidas, sendo-nos cada vez mais complicado deliberar o que está certo do que está incorrecto. Os nossos juízos e valores éticos são destruídos, afectando toda a nossa capacidade de pensar.
Com todos os desenvolvimentos relacionados com a tecnociência, há, então, uma necessidade de fazer com que a ética acompanhe cada vez mais a ciência, originado a bioética. A bioética, analisando todas as condições necessárias para uma gerência responsável da vida humana e da pessoa em particular, considera a responsabilidade moral de cientistas nas suas pesquisas, bem como das suas aplicações. Esta depara-se com vários problemas, resultantes do impacto na sociedade na tecnociência, tais como, a clonagem, a robótica, a eutanásia, o aborto, entre outros.
Em relação à clonagem, existem dois tipos: a clonagem reprodutiva e a clonagem terapêutica. Enquanto a clonagem reprodutiva é utilizada para produzir um animal que tem o mesmo ADN de outro animal já existente, como a ovelha Dolly, que foi criada privilegiando de uma tecnologia de transferência nuclear, a clonagem terapêutica tem como base a criação de embriões humanos, com o objectivo de estudar o corpo humano. No entanto ambas ainda são ineficientes e a tentativa de clonagem de um ser humano é algo totalmente irresponsável e que não deve ser executada, sendo que estudos realizados com seres irracionais revelaram que a técnica não é totalmente fiável. Além de porem em risco a vida de seres vivos, pois grande parte dos animais clonados morreram bastante cedo devido a infecções e outros problemas, as mesmas complicações são esperadas com certeza na clonagem nos seres humanos. O uso da clonagem faz, assim, com que o conceito do termo Homem venha gradualmente a sofrer muitas alterações e a sua importância venha a ser cada vez menor. Com tantos e diferentes elementos desconhecidos é certo que o esforço da tentativa de clonagem humana é relativamente perigosa e eticamente inconsciente. Terá o ser humano o direito de contestar a mãe natureza e desempenhar o papel de Deus, na tentativa de criar vidas mediantes as nossas próprias mãos?
(CONTINUA) Ana Sofia 11ºQ nº2

Anónimo disse...

CONTINUAÇÃO - A tecnociencia e a ética

A robótica é outro dos problemas com que a ética se depara. Desenvolvida até aos anos de hoje, a robótica pode criar certos problemas, na medida em que, pode criar um novo conjunto de acidentes, nomeadamente, no que toca ao seu uso nos conflitos bélicos. No século XXI, este género de tecnologia está ao alcance de qualquer género de grupo e não precisa de matérias-primas raras, bastando apenas o conhecimento habilitar do seu uso. Aquilo que já considerávamos um grande medo, como as armas nucleares, hoje, pode tornar-se num novo tipo de terrorismo e com maiores sequelas. Assim, é preciso uma maior reflexão acerca dos nossos próprios actos, vendo se estes são ou não os melhores ou os mais desejados. Apesar de este assunto ser para alguns politicamente correcto, será que queremos que este se torne cada vez mais perigoso e sem controlo, um risco para a sociedade?
A eutanásia é, também, um assunto delicado da tecnociência. Há vários tipos de eutanásia que têm por base o tipo de acção assim como o tipo de consentimento do doente. O seu objectivo remete para uma morte indolor e rápida e, supostamente, só é posta em prática em pacientes de fase terminal. No entanto, há situações que não decorrem da maneira correcta e, por isso, a eutanásia pode ser considerada como algo mau e incorrecto para o doente em causa. Porém, haverá sempre um momento em que as tentativas de cura deixam de mostrar consideração ou de fazer qualquer sentido sob a perspectiva médica, aí deverá ser respeitada o ponto de vista e a decisão do doente, assim como, fazer com que o seu tempo de vida restante seja o melhor possível. Sendo assim, qualquer atitude é eticamente incorrecta, quando a eutanásia é praticada sem o consentimento do doente e quando este não se encontra em fase terminal e algo pode ser feito para mudar o estado em que se encontra.
O aborto, já permitido em muitos países europeus, inclusive Portugal, é também outro impacto resultante da tecnociência que, põem em causa a interrupção de uma gravidez e, consequentemente, a sobrevivência de um ser vivo. O debate filosófico sobre esta questão envolve o direito moral à vida, obtendo-se a conclusão de que o aborto é errado, pois o feto tem o direito á vida, pois este é um ser humano e todos estes têm o direito à vida. Será, então, eticamente correcto matar outro ser vivo, mesmo que este não tenha o mesmo grau de consciência que nós possuímos?
Actualmente vemos, então, que a ciência, é detentora de uma grande poder, poder esse que lhe confere conhecimento para controlar e interceder na própria natureza, no homem e em toda a humanidade.
Incutido por Hans Jonas, um filósofo alemão do séc. XX, o princípio da responsabilidade foi criado para enfrentar este problema. Ou seja, para preservar a liberdade do homem bem como a integridade do mundo, enfrentando o poder abusivo da tecnologia, sendo que o problema não é o conhecimento da tecnologia mas sim a sua aplicação.
O Homem é, essencialmente, um ser social e cultural que vive integrado num mundo de valores e, por isso, a sua acção humana deve ser responsável e moderada, de modo a preservar às gerações futuras um legado duradouro de modo racional, isto é, tornar um planeta habitável para a vida humana, e preservar esses valores éticos e morais de forma correcta, para existir, assim, um maior equilíbrio entre o mundo humano e o mundo natural, não só para o presente imediato, mas também com uma visão de longo prazo.

Ana Sofia 11ºQ nº2

Anónimo disse...

Ética e Tecnociência

É muito provável que a ciência seja a mais complexa, poderosa e influente das instituições contemporâneas. Desde o seu nascimento e através de todas as suas mutações, até culminar na tecnociência contemporânea e na sua infinita multiplicação de variáveis, a ciência nada faz senão sofisticar-se, multiplicar-se e estabelecer parâmetros de existência e validade em todas as dimensões da vida.
O ser humano acabou por fazer da ciência a sua verdade racional, tendendo, especialmente na cultura ocidental, a fazer dela o seu ídolo.
Por outro lado, sabemos que esta ciência tem muitas faces, muitas dimensões, e está muito longe de ser compreendida em todo o seu potencial, tanto construtivo quanto destrutivo. Na verdade, boa parte daquilo que temos considerado causador de múltiplas discórdias entre a civilização, ou seja, a convivência de situações absurdas do ponto de vista da vida e de sua sobrevivência com situações de avanço científico inusitado e extraordinário, tem a ver com o desconhecimento destes potenciais. O desconhecimento destes potenciais justifica-se reconhecendo que, na verdade, uma das dimensões mais avessas ao controle externo é justamente a ciência, talvez por ter esta nascido, pelo menos em sua feição moderna, como uma espécie de superação dos muros externos de controle de pensamento. Esta vocação de desenvolvimento, que pode ser percebida na forma de como a ciência foi destruindo uma série de barreiras a ela externas, do ponto de vista, por exemplo, filosófico, religioso e ideológico, acabou por se transformar no mote de seu próprio desenvolvimento.
Constate-se ainda que ciência e ética provêm, diferentemente de ciência e ecologia, ciência e política, de fontes racionais algo diferenciadas na sua origem. Ciência, nada mais é senão saber, iluminar, invadir a realidade, expor as essências, descobrir os núcleos da existência, ir até ande nunca outro ser humano tenha ido, ou seja, sonhos modernos, mas todos eles têm como preocupação muito secundária o respeito por aquele que é o seu objecto científico.
Hoje é incontestável afirmar que não há ciência nem cientista sem interesses muito além dos meros interesses “científicos”. Ora, talvez este seja o pequeno elo que possa unir ética, vida humana, vida na Terra, com ciência: potência intelectual humana que se desprende da própria humanidade para transformar o mundo numa espécie de mera correlação entre objectos conhecidos e aqueles que conhecem os objectos. Todavia, um elo possível de aproximação está no facto de ambas não serem neutras, porque ambas são produtos humanos, e nada do que é humano é neutro.
Se quisermos pensar numa articulação entre ciência e ética é necessário haver uma hierarquia, onde primeiro se pensa nos interesses científicos, e depois se tenta resolver os problemas éticos daí decorrentes. A ciência, fruto do intelecto humano, não é fruto da vida humana como tal, mas de uma das suas parcelas, de uma das suas dimensões, a racionalidade, onde o sentido do conhecer é visto enquanto questão humana fundamental. O sentido do conhecer, repousa não na lógica do desenvolvimento da própria ciência e nas suas implicações tecnológicas, tecnocientíficas ou tecnocráticas, mas, exactamente na ética que deveria sempre fundamentar o conhecimento científico.
Ciência sem consciência é uma contradição suicida e a consciência da ciência é a ética, ou seja, a reflexão sobre o seu “antes”, “durante” e “depois”, o seu sentido humano e histórico e, directa ou indirectamente, o seu sentido vital. A ética é, desta forma, a possibilidade fundamental da racionalidade científica, aquilo sem a qual, fechada em si mesma, acaba por implodir na sua totalização de poder e sentido, destruindo tudo.

(Continua) Sílvia Sofia 11ºQ, nº15

Anónimo disse...

A ciência consiste num conjunto de verdades, logicamente encadeadas entre si, de modo a fornecerem um sistema coerente. Subjectivamente, é um conhecimento certo das coisas por suas causas ou por seus princípios. Proporciona ao Homem um conhecimento objectivo da realidade. Tal conhecimento pode e deve ser aplicado para tornar mais eficiente a produção da vida material, e tal aplicação constitui a tecnologia. Esta, por sua vez, irá contrastar com a técnica que se refere a outros recursos não informados pelo conhecimento científico, de que o homem se vale para resolver problemas práticos.
Mas, e apesar das suas diferenças, a ciência e a tecnologia estão intimamente interligadas fazendo com que, embora seja possível fazer a sua distinção, na prática é impossível separá-las pois o desenvolvimento e o progresso de ambas assenta na sua cooperação mútua. Assim, deverão ser tratadas como uma unidade, daí o conceito de Tecnociência.
A tecnologia é o centro de toda a globalização e afecta a vida de todos, de certa forma, liberta o homem de determinadas funções, mas por outro lado vem subjugando a sociedade à lógica quantitativa das máquinas.
A tecnociência traz ao Homem uma expansão da capacidade técnica inimaginável e cujas consequências irão provocar um enorme tremor na própria existência do ser humano. Podemos contar, no futuro, com mudanças drásticas no Homem e na Natureza, que só são possíveis com a ajuda da tecnociência, e o seu universo de manipulações, desde a manipulação genética à manipulação da actividade simbólica.
Algumas das evoluções na tecnociência têm sido encaradas como actos violentos, inumanos e anti – naturais. Se por um lado a manipulação simbólica é aceite e considerada legítima e moralmente válida, por outro, uma intervenção a nível da genética é considerado impensável e diabólica ( “As inovações tecnocientíficas têm trazido em seu seio mudanças profundas no ethos das sociedades nelas envolvidas.” - Newton Aquiles von Zuben - Ou seja, o Homem é atingido na sua capacidade de raciocinar, pois os valores éticos, que antes eram a principal base da compreensão, hoje são desadequados e desnecessários.).
A Tecnociência tem certos riscos e, como tal, provoca um impacto acentuado na sociedade em que vivemos. É-nos possível criar maquinarias capazes de realizar funções que menos gostamos. Por conseguinte a tecnologia apresenta-nos uma ambivalência, pois se por um lado liberta o homem de determinadas funções, de outro lado vem subjugando a sociedade à lógica quantitativa destas mesmas máquinas. Esta nova ordem traz ao Homem uma expansão da capacidade técnica inimaginável e cujas consequências irão provocar um enorme tremor na própria existência do ser humano. Ou seja, a definição de homem, tal como foi concebida é, hoje em dia, colocada em dúvida.
A capacidade moral e ética é atingida, sendo-nos cada vez mais difícil decidir o que é correcto do que está errado. Os nossos valores e juízos éticos são abalados atingindo a nossa capacidade de raciocinar.
Neste sentido, é urgente que se tomem medidas e que os políticos e a comunidade científica estabeleçam limites éticos a toda a evolução desmedida da ciência, evitando o aparecimento de novos riscos, como o uso da tecnociência, clonagem, robótica e a eutanásia, garantindo o conforto que esta nos tem proporcionado cada vez mais, não corrompendo a ética e moral da comunidade e gerindo correctamente a aquisição de novos conhecimentos, usando-os para fins benéficos.

Sílvia Sofia 11ºQ, nº15

Anónimo disse...

Manipulação Genética

Actualmente a engenharia genética assumiu uma grande importância na ordem de ramos de investigação industrial. Hoje em dia é possível modificar geneticamente plantas e animais, assim como, produzir microrganismos em ambientes controlados (laboratórios ou instalações industriais). A manipulação consiste em retirar os genes de uma cadeia de ADN, introduzindo no seu lugar novos genes. Uma pequena percentagem introduz-se no ADN. A partir daqui temos uma novo organismo geneticamente modificado, que se irá reproduzir as características adquiridas.
É a partir disto que nos dias de hoje se fazem manipulações de células de plantas, de seres humanos e de animais. A primeira vez que se ouviu falar de manipulação genética foi em sementes (plantas) e com o argumento de estas serem mais resistentes a pragas assim como terem mais produtividade. Com esse feito, conseguiram fazer com que o pesticida já estivesse incorporado na própria semente, o único problema foi que assim as sementes já não seriam viáveis. Desta forma os agricultores tinham que comprar novas sementes todos os anos. Mesmo assim tornou-se um negócio bastante rentável na América do Norte. Ainda assim, sem darmos conta, já há muito que ingerimos alimentos manipulados.
Relativamente aos animais, o caso mais conhecido foi o clone das ovelha Dolly. Conseguiram a proeza de mostrar que era possível a partir de uma célula somática diferenciada clonar um mamífero, tratava-se, então de uma ovelha da raça Finn Dorset. Mais umas da curiosidades é que várias companhias já criaram animais que produzem medicamentos para humanos no seu leite e trabalham com porcos cujos corações ou fígados poderiam ser implantados em humanos. Contudo, a manipulação genética de animais representa sérios riscos para o meio ambiente e potencialmente para a saúde humana.
Por último a manipulação de células de seres humanos. Consta que existem clínicas no Brasil que já manipulam os genes dos bebés para que eles possam ter olhos azuis, cabelo louro, uma inteligência superior, menor probabilidade de cancro ou doenças cardíacas, mais alto e sem obesidade, um sistema imunitário mais resistente, aptidão superior para o desporto como ser ambidextro. Todo este argumento gira á volta do dinheiro e, embora pareça ficção hoje, daqui a 10 anos poderá ser uma realidade perigosamente fatal tal é a velocidade com que tem evoluído a manipulação genética.
Com todos estes factos há consequências imprevisíveis e uma delas é o desenvolvimento da engenharia genética que convive com problemas legais e éticos. Um dos principais factores que exigem um controle rígido pela sociedade organizada, e tem gerado polémicas ético-morais, é a manipulação da depuração da espécie. Também se afirma que as modificações genéticas podem ter consequências inesperadas, tanto nos organismos modificados como nos seus ambientes. Os efeitos ecológicos das plantas transgénicas precisariam ser cuidadosamente investigados antes de serem liberados para plantio. Questiona-se a introdução destes novos organismos geneticamente modificados (OGM) em ambientes abertos, uma vez que se desconhece as suas consequências a longo prazo para os outros seres vivos, nomeadamente os da mesma espécie.
Também há um facto preocupante em relação à redução da biodiversidade afirmam que o uso desta tecnologia fora de laboratórios tem riscos inaceitáveis para o futuro. Existe o receio de que determinados vegetais geneticamente manipulados reduzirão a biodiversidade no Planeta.
Quanto à integridade biológica questiona-se o direito dos seres humanos actuais em alterarem uma herança biológica que herdaram e que inevitavelmente irão modificar ou destruir.
Posto isto, será que a manipulação genética é benéfica para nós enquanto seres humanos?

Tamára Rosário 11ºQ nº 16

Anónimo disse...

A industrialização e o impacto ambiental

Impacto ambiental é todo efeito no meio ambiente causado pelas alterações ou actividades do ser humano. Conforme o tipo de intervenção e modificações produzidas, pode-se avaliar qualitativa e quantitativamente o impacto, classificando-o de carácter positivo ou negativo, ecológico, social e económico.
Das diversas actividades de carácter prejudicial ao meio ambiente destacam-se: a construção de rodovias, aeroportos, extracção de petróleo ou outro tipo de combústivel fóssil, extracção de minério e exploração de madeira.
O impacto ambiental das actividades industriais é, em geral, de intensidade variada, podendo ir de pontual (por exemplo, uma fábrica) a difuso (gases libertados por carros). Uma boa parte desses impactos dependem de obras de infra-estrutura e de saneamento, mais amplas do que a abrangência de cada empreendimento. Processos de planeamento e crescimento urbano também cumprem um papel determinante em muitos casos. As actividades industriais e urbanas atingem grandes parcelas da população. Existe uma grande quantidade de normas, leis e regulamentos sobre esse tema, objecto de uma acção fiscalizadora intensa por parte da população.
A busca para se atingir a produção sustentável, através de redução e erradicação de resíduos poluentes na fonte geradora consistem no desenvolvimento de acções capazes de promover a redução de desperdícios, a conservação de recursos naturais, a redução de substâncias tóxicas, a redução da quantidade de resíduos gerados por processo e produtos, e consequentemente, a redução de poluentes lançados para o ar, solo e águas.
Desta forma, torna-se essencial o interesse pelos processos produtivos industriais e a realização de projetos e estudos que visem a redução e a erradicação de poluentes gerados, de forma a garantir a preservação do meio e benefícios económicos para a própria indústria.

Miguel Pinto nº 12 11ºQ

Anónimo disse...

Ética na sexualidade: namoro/violência na sexualidade


A violência face à sexualidade exprime a tentativa de um dos parceiros de forçar o outro a fazer algo contra a sua própria vontade, utilizando-se quer de agressões fisicas, quer morais. Este tipo de acções resultam, muitas vezes, de um conjunto de elementos, tais como: vergonha, medo, discriminação e sentimento de inferioridade. A violência caracteristica deste tipo formula por si só uma permanente, tambem, em relações de longa duração, tal como namoros, compreendendo-se como violência todo e qualquer acto de agressão fisico e psicológico ( verbal ), sendo considerado um crime punível por lei. Para melhor perceber e interpretar o significado deste tipo restrito de violência é importante reconhecer a sua origem, e os factores que impulsionam quer o homem quer a mulher, como seres sexuados, a exercer tais actos sob os seus respectivos companheiros.
Factores tais como o uso de substâncias psico-activas ( alcool e/ou drogas ), mau ambiente familiar e social, chantagem emocional e probemas a nível psicológico são propicios para o desencadeamento deste tipo de acontecimentos violentos. A violência nas relações entre namorados aponta para a estreita relação entre as concepções de amor e a violência. Muitas vezes, algumas práticas de violência aparecem disfarçadas de amor e justificadas por esse sentimento, possibilitando assim a vivência de relações asfixiantes, provenientes do desejo de controlar o outro. A violência tende a ocorrer com maior frequência ou com maiores agravantes conforme a duração da relação. Assim, namoros com maior duração são mais propícios a tornarem-se violentos. Os jovens, principalmente os adolescentes, são propícios a maiores danos físicos e psicológicos, devido a factores como: carência, pouca experiência, desejo de independência, aliança e confiança em pares tão inexperientes quanto eles, o que limita as suas habilidades para responder à violência. Assim, quanto mais jovem, devido aos factores destacados, maior a possibilidade de se desenvolver violência na relação de namoro. Desta maneira, este tipo de relacionamentos ocorridos na adolescência pode simbolizar o inicio de um ciclo caracterizado pela violência e o desrespeito no futuro quer do agressor, quer da vitima, sendo que, muitas vezes, as vitimas tendem a naturalizar os actos de agressão ao admiti-los como formas de expressão de amor tornando-se, desta forma, dificil de se libertarem, manifestando dificuldade em reconhecer a sua condição como vitima.
Assim sendo, pode-se concluir que a violência na sexualidade e nos namoros assume como principal motivação o desejo de controlo e de dominação para com o seu parceiro, sendo que, quando esse mesmo desejo não é devidamente saciado, a reacção é de violência, podendo-se, igualmente, compreender que o alastramento destas situações é provacado pela incapacidade da vitima de encarar a violência a que esta exposta tal como é, aceitando-a como uma manifestação de amor, tal como, o proprio ciume, podendo-se encarar, por conseguinte, que as agressões impigidas quer na mulher quer no homem, representam, muitas vezes, a função de comunicação entre o casal.


Tânia Monteiro nº13 11ºP

Anónimo disse...

A industrialização e o impacto ambiental

Existe um conflito de interesses no que diz respeito a esta questão. Se por um lado, temos de preservar o ambiente natural que nos rodeia, bem como zelarmos pela saúde de todos como preservação consequente do mundo natural, temos também outro pólo que nos faz pensar acerca da importância do desenvolvimento tecnológico e económico. A solução seria conciliar estes dois pólos, no entanto, cabe ao Homem optar pela preservação da vida ou a destruição em função do seu próprio lucro. Enquanto não se opta pela total preservação e conciliação, o ser humano tem de estar consciente dos problemas envolventes ao impacto ambiental causado pelas actividades do ser humano. Esses ambientes são alterados, por exemplo, pela construção de rodovias, ferrovias, portos e terminais, aeroportos, instalação de oleodutos, gasodutos, distritos industriais e zonas estritamente industriais, entre outros.
Existem várias teses defendidas a favor da preservação do meio natural, tais como a tese do Ambientalismo, a tese defendida por Schweitzer e Taylor que defende a Reverência pela vida, numa perspectiva muito semelhante à tese anterior. De salientar também a tese que assenta numa ética ecológica profunda, defendida por Naess e George Sessions. Por último, a tese de Devall e Sessions designada Igualitarismo Biocêntrico. No entanto, por mais teses que possam existir a favor da preservação ambiental, o que é necessário reter é que o melhor é, sem dúvida alguma, a preservação do meio ambiente. Na minha opinião, existem sempre soluções para minimizar qualquer problema, mas parece que ainda não existe, por parte do Homem, uma preocupação extrema quanto aos malefícios do que tem provocado.
Se queremos um mundo melhor, como é possível não pensarmos nas gerações que virão? Como é possível pensar-se na economia presente, se no futuro pode não restar rigorosamente nada, uma vez que o próprio Homem se tem preocupado unicamente com o presente?
O ideal, seria a existência de tecnologias e indústria só e apenas não poluentes e que permitissem o desenvolvimento económico tão desejado pelo Homem, mas sem interferir com o bem-estar do nosso planeta, como o daqueles que nele habitam: diminuir a poluição atmosférica, visto que, actualmente, a poluição atmosférica no Mundo em geral é extremamente elevada e que isso causa efeitos nocivos em todo o Meio Ambiente. É necessário fazer algo de modo a atenuar os danos existentes e prevenir que estes piorem, ao ponto de tornar a situação irreversível. Sabendo que existe um problema no limite dos recursos naturais, a solução será sempre procurar combustíveis alternativos. O biodiesel é um combustível degradável, obtido através do tratamento de óleos alimentares virgens ou queimados. Tem potencial para substituir total ou parcialmente o gasóleo na utilização de motores diesel. O aproveitamento de óleos queimados tem grandes vantagens, uma vez que quando resíduos deste tipo são libertados em meios hídricos, solo ou redes de esgotos originam deficiências no funcionamento de ETARs (Estações de Tratamento de Águas Residuais) e causam corrosão e entupimentos em canalizações.
Actualmente, estamos num período interglaciar. Uma próxima era glaciar irá acabar por se iniciar, que, geralmente, é antecipada por um período em que a temperatura média global aumenta. No entanto, o ser Humano está a apressar esse processo, podendo não haver tempo suficiente para os ecossistemas se adaptarem, de modo a manterem o seu equilíbrio.
Conclusão: o Homem deverá compreender que os ecossistemas podem estar já demasiado fragilizados para conseguirem sequer subsistir num clima estável, por causa das consequências directas da sua acção através da poluição, e que não tem o direito de prejudicar o ambiente em que vive de modo a satisfazer necessidades tecnológicas e industriais que parecem ser tão imprescindíveis à sua vida.
joao timoteo 11ºp nº10

Anónimo disse...

A manipulação genética

A manipulação genética consiste em retirar os genes de uma cadeia de ADN, introduzindo no seu lugar novos genes. Uma pequena percentagem introduz-se no ADN. A partir daqui temos uma novo organismo geneticamente modificado, que irá reproduzir as características adquiridas.
Estas actividades, em grande expansão, deram origem a importantes ramos de investigação industrial como a engenharia genética.
A que conclusões poderemos nós chegar?
A manipulação do gene de um ser vivo é um beneficio para a saúde e um bem-estar de todos? Ou é apenas um pecado capital por parte da Igreja, que gera polémica?
Há princípios de que toda a sociedade civilizada deve “organizar-se” juridicamente com base na dignidade dos seres vivos, e protecção destes. A ideia de perfeição genética e a utilização de meios genéticos para a eliminação da sua variedade são socialmente repulsivas, pois representam um risco a qualquer espécie que tem o seu desenvolvimento baseado na própria diversidade genética.
A engenharia genética é uma “ferramenta” essencial para o avanço da humanidade, e contribui para o aumento da qualidade de vida.
Por exemplo, a produção de insulina em grande escala por bactérias para os diabéticos, o estudo de fármacos para as mais diversas patologias, o diagnostico e tratamento de inúmeras patologias, o melhoramento animal e vegetal para a produção de alimentos só são possíveis graças a esta “ciência”.
Mas apesar de todas estas contribuições importantes, devido às suas potencialidades, a utilização da engenharia genética tem que ser sempre ponderada e avaliada conscientemente, porque, contudo, há muitas opiniões divergentes que existem à cerca deste tema. O que importa salientar é que é necessário ter conhecimento de causa quando se critica ou apoia certa metodologia, entender os seus objectivos e como serão alcançados.
A vantagem é talvez um avanço da tecnologia de engenharia.
E a sua desvantagem, é que correm riscos de saúde, tanto para nós, como para os outros seres vivos.
Este tema é bastante complicado para chegar a um consenso, pois não é só a ética que está em causa, mas sim um futuro que por mais incerto que seja, nos pode vir a "atingir" com problemas, das quais já saberemos lidar, graças a esse avanço tecnológico, que nos permitirá viver não só segundo os valores e ideais, mas também pela nossa sobrevivência. Sou a favor da manipulação, para fins medicinais, mas para outro qualquer tipo de manipulação é desnecessário, uma vez que não nos faz falta alterarmos "coisas" que poderão vir a modificar a nossa existência.

Inês Lopes, nº8 11ºR

Anónimo disse...

Doenças Sexualmente Transmissíveis

Chamam-se “doenças sexualmente transmissíveis” às doenças que se aufere através de uma relação sexual íntima, que são provocadas por bactérias, fungos e vírus, adquiridos quando o parceiro se encontra infectado. Existem diversas, como por exemplo a Sífilis, estimulada pela bactéria Treponema Pallidum, a Gonorreia, que não cuidada pode levar à esterilidade, a Hepatite B, uma mazela que afecta o fígado, o Herpes Genital e a SIDA, que permanecendo o vírus “activo” ou “inactivo”, acaba por destruir todo o sistema imunitário.
A SIDA é, de todas as doenças, a mais grave, atingindo milhares de pessoas, espalhadas por todos os cantos do mundo. E porquê? A resposta é simples, está na ignorância das populações, ou na precaução que lhes é retirada. Não existem, na maioria dos estados, razões pertinentes que justifiquem o não uso do preservativo, que ofereçam uma justificação plausível para o facto de que hoje, o mundo está maioritariamente informado – fazem-se placares, anúncios, páginas na internet, dão se avisos, destinam-se aulas sobre sexualidade… - e ainda assim, é ignorada a prevenção de mortes custosas. Desculpa-se os pobres povos que nascem em berços doentes, povos destinados a serem contaminados seja porque doença for. Desculpa-se as nações, em que uma figura religiosa proíbe o uso do preservativo, porque Deus criou o homem para se reproduzir, embora não o deva Ele ter criado para morrer doente, existindo tais cautelas. Debandam então, estes povos da lista dos ignorantes. Entramos no debate dos estados advertidos, sabedores de realidades, em que definitivamente não existe absolvição. Em que é trocada a saúde pelo prazer momentâneo, e esquecido um futuro possivelmente devastado. Serão assim tão banais as histórias (verídicas) de humanos sofredores, por um erro? Um simples erro que custa uma vida.
Sobre isto são necessárias prudências, a solução está em cada indivíduo. É preciso tomar atenção aos avisos, reflectir sobre eles, informar-se e procurar métodos, prevenir-se. É necessário um maior apoio a países menos desenvolvidos, e uma concessão de ajudas. Há que comutar mentalidades, no sentido de uma maior protecção, porque se nos protegermos, estaremos a proteger o próximo. Evitar não custa.

Marta Maia 11ºR

Anónimo disse...

A ciencia, o poder e os riscos


A ciência de há uns anos para cá tem um poder que pode melhorar o mundo mas ao mesmo tempo acabar com ele. O Homem tem o conhecimento para controlar a ciência,mas e se um dia ela se descontrola? Quem a pára?
Temos uma “fome” de conhecimento inigualável e apesar de termos coisas suficientes queremos sempre saber mais e mais e podemos até acabar com o que já está feito e que é suficientemente satisfatório para a nossa satisfação e para o nosso bem estar.
No âmbito da ciência podemos deparar-nos com vários temas incluindo a imortalidade que tem várias teorias de sustentabilidade, mas todas elas têm uma coisa em comum, o facto de um indivíduo se prolongar durante uma infinidade de tempo.
Ninguém é perfeito, e o Homem cada dia que passa tenta sê-lo, mas perfeito é um ser que é divino e imortal .
O ser humano tenta encontrar a imortalidade através de pesquisas e buscas cientificas muito elaboradas que põem em questão uma autoridade dos deuses divinos.
Quem quer ter a sua imortalidade são aqueles que querem continuar com a sua missão na terra, mas aí é que a ciência intervém, através de vários processos que podem revitalizar o corpo humano e fazer com que pareçam ter uma idade que realmente não têm que possivelmente nem de perto se aproximam, são exemplos destes processos operações plasticas para aquelas pessoas que se sentem infelizes consigo mesmas e querem mudar isso, cremes revitalizantes para quem quer eliminar rugas e outras defeições no corpo e ainda comprimidos que podem atrasar a morte de um individuo em estado terminal. Todas as pessoas com bastante dinheiro podem alcançar estes processos porque nos nossos dias quem tem dinheiro pode dizer que tem saúde prolongada.
A imortalidade pode ser boa para a humanidade porque pode prolongar a vida não só a uma pessoa mas como a vários outros seres humanos, mas ainda existe a vertente má que causa riscos e tem inumeras causas na vida quotidiana do Homem, o envelhecimento demográfico e o cuidado necessessario ao cuidar dos idosos exige um elevado custo monetário que é suportado pelo Estado. Os cientistas podem ainda utilizar cobaias para testar os novos factos encontrados, mas estes testes podem causar inumeros estragos na humanidade. Está se a alterar a ordem dos acontecimentos na vida de um ser Humano e estar a evitar o que é mais provável, a morte.
O Homem para combater a sua imperfeição vai recorrendo aos métodos que dispõe e tentar encontrar outros para que um dia possa talvez encontrar essa mesma perfeição.

Ricardo Almeida 11.O nº18

Anónimo disse...

A industrialização e o impacto ambiental
Quando falamos em impacto ambiental, temos, obrigatoriamente, de falar em industrialização e vice-versa, são temas totalmente indissociáveis.
Industrialização leva-nos a fábricas, fábricas a tecnologias e tecnologias como base da sociedade em que vivemos. É a industrialização que proporciona a urbanização, o progresso na produtividade industrial e agrícola o que facilitará o rápido crescimento per capita da classe média e dos padrões de consumo e finalmente, o aumento demográfico.
Mas para quê? Para quê, toda a industrialização quando todas as vantagens se tratam pura e simplesmente de materialismo, concordo que à primeira vista tudo parece simples e passível de ser facilmente aceite por qualquer pessoa, mas se pensarmos no seguinte exemplo será que seremos da mesma opinião? E se tivéssemos de destruir grade parte da floresta amazónica, “o coração do planeta”, para construir centros de apoio aos indígenas e pessoas necessitadas em redor, que decerto iriam muito rapidamente originar o aparecimento de industrias dos mais diversos tipo, sempre, com o mais previsível objectivo, de dar apoio a outra já existente no local, começando a surgirem, então, como se de cogumelos se tratassem. Será sustentável destruir o habitat de tantas espécies para alimentar algumas pessoas? Será ético matar animais para assegurar a vida de algumas pessoas? Não é por certo uma questão de fácil resolução, deve ser um tema completamente explorado para que se possa falar sem quaisquer falhas de discurso, no entanto alguns países parecem já ter a resposta pronta quando se pergunta ambiente ou industrias, pois usam todo o seu conjunto de argumentos, falaciosos ou não, para nos levar a pensar de um modo que nem sempre é nosso.
A industrialização tem sempre, um forte impacto no ambiente, cabe a cada pessoa fazer a pequena diferença e dar o exemplo, pois com um pouco mais de trabalho consegue-se balancear industria e ambiente, pois sem esse balanço e o prevalecimento da indústria acima de tudo, irá originar mais poluição e o tão falado “efeito de estufa” continuará a aumentar, o aumento da temperatura média anual será consequência do efeito de estufa, que prejudicará todos os seres vivos (animais, plantas e humanos) ameaçando a continuidade das espécies, o Homem terá cada vez mais problemas de saúde, a nível respiratório, de pele e o sistema imunitário bastante afectado.
Agora pergunto-me, valerá a pena prejudicar o ambiente em que vivemos quando o único motivo é a procura da satisfação das necessidades industriais que na sociedade do nosso tempo parece ser tão indispensável? Como pode um bem material ser tantas vezes sobreposto ao bem da Vida?
O futuro depende de todos e ninguém parece se importar realmente, e as únicas alturas em que me parece ver alguém preocupado com o futuro são quando se dão algumas desgraças como um derramamento de petróleo no México, aluimento de morros no Brasil, pois haviam sido construídas casa em cima de antigas lixeiras.
Será possível tentarmos conciliar a preservação do ambiente e da nossa saúde com o crescimento/desenvolvimento industrial e económico. No final se não houver preservação de que valerá o lucro de um mundo industrializado e sem vida, onde mal existem seres vivos e os que sobreviveram estão raquíticos e com os mais diversos tipos de problemas…
Felizmente vivemos numa sociedade que nos dá liberdade de escolha, e ainda vamos a tempo de aceitar o desafio e tentar mudar o futuro das gerações vindouras, para que não sofram com os nossos erros.


Iara Ribeiro
11ºR
Nº7

Anónimo disse...

O impacto da informação no quotidiano
Filipe Pita 11ºQ nº 9

O meu trabalho aborda o tema sobre o impacto da informação no quotidiano.
No inicio a informação era transmitida de forma oral ou escrita e depois enviada por correios, mas com a revolução da comunicação surgiu a electricidade que consigo trouxe também o telégrafo, a consolidação da imprensa, a disseminação do conhecimento, uma maior liberdade de expressão e também uma maior veracidade nas informações.
Com o aparecimento do telefone redimensionamento dos relacionamentos sociais o que influenciou a industria e o comércio. Com o rádio e a televisão veio a informação e o entretenimento auditivo e visual, ou seja, a revolução sensorial, o que provocou o marketing e a promoção comercial. A televisão trouxe consigo o síndrome do mínimo esforço, a falta de interactividade, mas por outro lado trouxe a centralização da informação.
A partir da segunda guerra mundial temos outra invenção, esta é o computador, que tinha como objectivo a resolução de cálculos complexos, mas que posteriormente foi utilizado no comércio, indústrias e universidades. Na década de 60, veio a descoberta da internet, com o financiamento do governo americano, com o objectivo de interligar as universidades e também a disseminação do conhecimento científico e académico. Mas na década de 80 surgiram os “personal computers”.
Com o avançar de toda esta tecnologia passamos a ter a publicidade e a manipulação da mesma, isto é, se uma noticia por exemplo afecta a politica, essa mesma noticia e manipulada, dando a informação de que algo esta mal mas não o que e com que gravidade, dando assim o impacto na sociedade pois as pessoas passam a “viver numa mentira”.
As vantagens são que podemos ter acesso às notícias de todo o mundo mas também temos desvantagens como a manipulação ou até a falsificação de notícias.
Então podemos concluir que o impacto da informação nas nossas vidas foi tão boa como má, são muitas as mudanças de métodos de informação e técnicas e ainda mais estará para vir.

Anónimo disse...

O mundo nunca teve tanto cientista para tão pouco filósofo. Alguns cientistas refletiram sobre a eticidade dos avanços científicos. A ética, na sua função deontológica, estuda os principias, fundamentos e sistemas morais, buscando oferecer um tratado de deveres ao ser humano que garanta o seu bem em nível individual e social. A ética existe e tem significado, na medida em que se fundamenta na estrutura existencial da pessoa humana. A ética, portanto, na sua dimensão filosófica, oferece a reflexão sobre o significado e finalidade da existência humana, buscando definir a moralidade. A dimensão sexual humana constitui hoje o espaço existencial em que o anteriormente descrito mais se evidencia. A filosofia, a ciência e a técnica têm por finalidade promover o bem-estar do homem, e assim sendo, todo e qualquer avanço nestas áreas produz intensos efeitos sobre a vida humana. A sexualidade humana é um valor de vida, legitima-se, portanto, na dimensão humana.Ser pessoa é o valor central humano cujo significado é vida e cuja principal forma de expressão é a sexualidade. Conclui-se aqui que o que promove a vida promove a pessoa humana, assim como sua expressão maior de vida: a sexualidade. A ética tem a função de oferecer principias, fundamentos e sistemas morais. Assim sendo, apresentam-se, a seguir, os principias que devem orientar a ética da sexualidade:
1 - O principio da vida humana como base essencial para a realização do projeto de personalização.2 - O principio da vivência de uma sexualidade saudável, integradora das diferentes dimensões humanas e potenciadora da personalidade, da comunicação e do amor.
Tendo a vida, a pessoa e a sexualidade como um amálgama que constitui o critério para a apreciação e definição de valores que possibilitem a elaboração de um código ético da sexualidade, cumpre-se o primeiro passo relativo e sintetizado na definição dos principias.
Como segundo passo, definem-se os fundamentos que possibilitam a operacionalização dos principias: amor, saúde, liberdade e responsabilidade. No entanto, cairíamos na ineficácia da norma absolutista autoritária que pretende a universalidade, ou no vazio do relativismo ortodoxo, se ficássemos apenas no âmbito da estrutura existencial da pessoa humana, sem dar a devida importância aos valores sócio-culturais e aos valores do conhecimento científico.
Toda e qualquer expressão da sexualidade, portanto, deve ser examinada à luz:
1 -Do principio da valorização da vida humana.
2 -Da estrutura existencial da pessoa concreta:
- Valores potenciadores de vida (amor, saúde, liberdade e responsabilidade).
- Valores sócio-culturais contextualizados.3 -Do conhecimento científico.
A diversidade e complexidade das condutas sociais exigiriam um compêndio, se fosse nosso objetivo apresentar um código moral que tivesse a abrangência e especificidade para abordar toda a gama de questionamentos éticos que envolvem a sexualidade humana. Ao concluir este capitulo, entretanto, desejo sintetizar, de forma objetiva e clara, a mensagem que norteou a sua elaboração:
1 -O problema da ética da sexualidade se reporta ao âmbito da falsa ou inadequada valorização da vida humana e dos valores que a potenciam. 2 -A ciência já evidenciou o que é a sexualidade, suas funções, peculiaridades, formas de expressão e seu significado no contexto da pessoa humana. Existe, hoje, em nível internacional, o reconhecimento de uma ciência que a tem como objeto de estudo e de um profissional que se dedica ao desenvolvimento teórico e aplicado desta ciência, ou seja, a sexologia e o sexólogo.
3 -Falta, portanto, a divulgação do conhecimento científico, a educação conscientizadora e clarificadora sobre a vida, a pessoa e a sexualidade como valor central existencial, além da formação especializada de profissionais éticos que possam promover a legitimar socialmente tais valores. Em síntese, tudo o que se exige no trato das questões humanas: conhecimento cientifico, conscientização clarificadora e responsabilidade.
Francisco Rafael nº9 11ºO

Unknown disse...

Impacto Ambiental

O impacto ambiental, sendo um conjunto de alterações geralmente negativas no meio ambiente provocadas pela raça humana, pode vir a ser uma razão de grande preocupação em alguns casos.
Existem vários impactos ambientais como é o caso do efeito de estufa, chuvas ácidas e mudanças climáticas. A sociedade, frequentemente, não mostra importância com a realização dos actos pessoais e quanto estes podem interferir com o meio ambiente. A pouca importância à reciclagem e o grande desprezo pelas áreas verdes é uma grande preocupação pelos ambientalistas, que não só é um grande mal para os habitats dos animais como também destrói a camada de ozono o que leva ao planeta um efeito de estufa.
Contudo, não é só o efeito de estufa o único impacto ambiental e o único problema em que a população deveria de ter consciência. Um grande impacto no ambiente provocado pelos “racionais” foi o vazamento de petróleo no Golfo do México em que causou a morte de várias espécies como é o caso de pirossomos (peixes cuja forma se assemelha a de um pepino), e com isso houve uma modificação bem acentuada na cadeia alimentar, pois os próximos animais a serem afectados com o grande vazamento foram as tartarugas marinhas, estando estas em vias de extinção, o principal alimento delas são, precisamente, os pirossomos.
Para a defesa do ambiente e evitar os impactos ambientais que tanto prejudicam a natureza o que poderemos fazer? Existem diversas formas para ajudar a natureza na luta contra a acção humana que anos após anos causou tantas catástrofes. Resflorestar áreas desmatadas; criar um processo de despoluição nos rios, lagos etc; uso consciente dos recursos naturais; evitar a poluição; persuadir gerações futuras sobre a preservação ambiental, estas são algumas das formas de conseguir ajudar a casa em que todos nós vivemos.
Como conclusão, os animais conhecidos como racionais são aqueles que pior fazem para o meio ambiente. Tendo as capacidades, a racionalidade e a informação do seu lado para a perservação da natureza, são deveras descuidados e limitam-se a preocuparem-se com o grande avanço tecnológico como forma de progredirem na ciência e na industrialização para melhorar assim o modo da vida humana.

Vítor Hugo S.P.Hermenegildo 11ºR Nº23

Anónimo disse...

“A Ciência, o Poder e os Riscos “é um tema que se pode estender a imensos assuntos, no qual diversos problemas acerca da ciência e explorá-los, o surgimento histórico-social da ciência, o trabalho e as tecnologias, o impacto da sociedade da informação no dia-a-dia, a industrialização e o impacto ambiental, a ética, a genética, entre outros. A Ciência foi um saber que surgiu, e que tem vindo a evoluir cada vez mais, o qual, se não for travado irá ultrapassar o que muitos imaginaram impossível. Ao alcançar uma busca infindável, a Ciência dispões de inúmeros métodos. Um dos princípios da ciência é sem dúvida o controlo e a modificação da natureza, que após mexida e remexida, após explorada ao seu interesse, se torna num brinquedo nas mãos dos cientistas. É uma realidade subordinada aos interesses do homem. O Homem, identifica-se então com um ser, que para atingir os seus objectivos e satisfazer os seus interesses – dominar e ultrapassar as leis da natureza – é capaz de tudo. A ciência está tão fortemente implementada nas nossas vidas que dificilmente conseguimos viver sem ela. Quase tudo o que nos rodeia actualmente é fruto da investigação científica. Fazemos uso do resultado prático da ciência sem que para isso tenhamos conhecimento dos princípios que estão por detrás dela. O grande desenvolvimento da ciência começou na Europa nos séculos XIX e XX. Actualmente é universal e está ao alcance para todas as culturas. Para a cultura grega a ciência tinha um significado diferente do da actualidade. Houve uma evolução da concepção “saber pelo saber” para “saber pelo poder”, a ciência é agora encarada como um negócio e a sua evolução está condicionada pelos interesses imediatos do homem. Contudo, não nos podemos esquecer que as vantagens da ciência são inúmeras. O poder que a ciência e a técnica puseram nas nossas mãos permite-nos realizar muitos dos nossos sonhos. Hoje o avanço científico alcançou um nível que nos permite resolver problemas que a humanidade tem vindo a sofrer ao longo de muitos anos, como por exemplo, a eliminação da pobreza e da miséria assim como a cura de doenças e da morte prematura. E, da mesma forma que podemos mudar a nossa realidade presente, podemos também projectar e construir o nosso futuro.
Como todo no mundo a Ciência tem vários riscos As profundas transformações sociais, culturais e científicas das nossas sociedades colocaram novos problemas éticos, o que «levou a que se colocasse a questão de saber "se tudo o que tecnicamente se pode fazer, se deve eticamente realizar “ os maus usos da ciência e os perigos de algumas aplicações trouxeram um ar de desconfiança e um certo receio alarmista quanto ao papel da ciência
Os responsáveis pela ciência e pelo que ela é capaz de fazer, têm que impor limites e travar estes exageros loucos e inconscientes, pois tais problemas não advém do conhecimento que a ciência transmite, mas do uso inadequado que é feito dele. Os cientistas devem assim, dar uma noção do poder da ciência e do que o conhecimento humano é capaz. Transmitir o seu trabalho ao cidadão.
Vários tipos de evolução na ciência:
Bioética é o estudo transdisciplinar entre biologia, medicina, filosofia (ética) e direito (bio direito) que investiga as condições necessárias para uma administração responsável da vida humana, animal e responsabilidade ambiental. Considera, portanto, questões onde não existe consenso moral como a fertilização in vitro, o aborto, a clonagem, a eutanásia, os transgénicos e as pesquisas com células tronco, bem como a responsabilidade moral de cientistas em suas pesquisas e suas aplicações.

Anónimo disse...

* continuaçao
A eutanásia representa actualmente uma complicada questão de bioética e bio direito, pois enquanto o Estado tem como princípio a protecção da vida dos seus cidadãos, existem aqueles que, devido ao seu estado precário de saúde, desejam dar um fim ao seu sofrimento antecipando a morte. Independentemente da forma de Eutanásia praticada, seja ela legalizada ou não (em Portugal esta prática é considerada como ilegal), é considerada como um assunto controverso, existindo sempre prós e contras – teorias eventualmente mutáveis com o tempo e a evolução da sociedade, tendo sempre em conta o valor de uma vida humana
A inseminação artificial, utiliza-se em casos em que os espermatozóides não conseguem atingir as trompas. Consiste em transferir, para a cavidade uterina, os espermatozóides previamente recolhidos e processados com a selecção dos espermatozóides morfologicamente mais normais e móveis. Os espermatozóides podem ser crio conservados, permitindo organizar bancos de esperma nos hospitais e clínicas, para posterior utilização
Clonagem é a produção de indivíduos geneticamente iguais. É um processo de reprodução assexuada que resulta na obtenção de cópias geneticamente idênticas de um mesmo ser vivo – microorganismo, vegetal ou animal. A reprodução assexuada é um método próprio dos organismos constituídos por uma única ou por um escasso número de células, por via de regra absolutamente dependentes do meio onde vivem e muito vulneráveis às suas modificações. Clonagem em biologia é o processo de produção das populações de indivíduos geneticamente idênticos, que ocorre na natureza quando organismos, tais como bactérias, insectos e plantas reproduzirem assexuadamente.

Ricardo Augusto 11ºQ n:23

Anónimo disse...

Trabalho e as novas tecnologias

O recurso às novas tecnologias é, por vezes, motivo de conflito no trabalho. Cada vez mais as organizações incorporam opções tecnológicas que alteram não só a forma como se comunica como criam condições para novas formas de organização, realização e avaliação do trabalho.Ocorre que ao reduzirem-se as distâncias e os tempos também se criam condições de maior exposição. As motivações para este acompanhamento fundamentam-se na gestão de modelos de controlo que visam, por um lado a optimização do desempenho organizacional e, por outro, a limitação de práticas potencialmente nefastas para a própria empresa decorrentes da utilização indevida das tecnologias pelos trabalhadores.
Quanto à tecnologia no trabalho, quanto mais tecnologia houver, em principio, menos mão de obra será necessária, neste caso, as novas tecnologias, ainda vêm fazer pior, pois mais facilita o trabalho, o que exige ainda menos mão de obra, causando mais desemprego. Cada vez mais se adopta este método, o que pode facilitar as empresas, mas não facilita as pessoas que procuram trabalho. As vantagens das novas tecnologias no trabalho são menos custos nas empresas, as desvantagens são o aumento de despedimentos, de desempregados. O que não proporciona o estado actual do nosso país.

A utilização das novas tecnologias de informação e comunicação (TIC) constitui-se como um espaço de potencial conflito entre as condições de utilização e o domínio da privacidade. Devido a todos estes problemas causados, para o bem de uns, ao mesmo tempo, também é o mal de outros. Na minha opinião, concordo com as novas tecnologias no local de trabalho, mas também acho indispensável os trabalhadores, pois sem eles, ninguém faria manutenção das máquinas, edifícios e instalações. Também não haveria ninguém para monitorizar essas tecnologias, sendo elas inúteis sem monitorização.


Rui Duarte Nº20 11ºO

Anónimo disse...

Tecnologias e o trabalho

Sem dúvida que as novas tecnologias foram, e sempre serão um factor evolutivo importante. Sem elas nada seria como hoje, e eu não estaria a fazer este trabalho, através do suporte requerido. Graças a fenómenos como as comunicações móveis e a internet, hoje em dia, vivemos num mundo global, numa «aldeia global». No nosso dia-a-dia, interagimos constantemente com avanços tecnológicos, que já tomamos por garantidos, mesmo sem nos darmos conta. Em casa ou no trabalho, a grande maioria das pessoas tem acesso a um computador e internet. Seja em que área laboral for, as novas tecnologias estão presentes, e vieram facilitar a vida do trabalhador comum. Sou totalmente a favor das novas tecnologias, mas tenho consciência, que com o seu aparecimento, se bem que em menor escala, advieram algumas contrapartidas. Com as novas tecnologias, surgiu a maquinação e a robotização. Estas, foram implementados em grande escala na indústria, o que originou uma grande taxa de despedimento, pois uma máquina computorizada, ou um robô não querem remuneração mensal nem todas as compensações a que o trabalhador comum tem direito, apenas manutenção esporádica, não podendo esquecer que a taxa de erro na realização de um trabalho é muito menor, ou quase nula. Mas penso que ainda se pode encontrar um balanço entre máquina e homem, pois um não “vive” sem o outro.

Solange Azinheira 11ºR nº 20

TOMÁS LOPES disse...

Penso que à priori toda a gente sabe que a industria é uma "nódoa" no planta Terra, e que esta é capaz de causar grande impacto a nível ambiental no que diz respeito a afluentes ( líquidos e gasosos ), resíduos sólidos e até mesmo o o ruído que também é considerado um poluente ambiental.
É a partir dai que dou inicio à minha critica à "mente humana" que julga ter o direito de prejudicar o Planeta e o ambiente em que vive a fim de satisfazer as suas necessidades tecnológicas e industriais, que cada vez se tornam mais imprescindíveis , isto porque cada vez mais as pessoas consomem mais e produzem mais lixo e depois voltam a consumir mais e a produzir mais lixo... Isto leva a um ciclo vicioso que a meu ver é um "veneno" que esta a matar o nosso Planeta. Mas este "veneno" como muitos outros venenos da Terra têm uma cura que é a criação de novas politicas ambientais e a reciclagem e reutilização( que por serem tão banais acabam por ser ignorados). Mas, infelizmente, estas "curas" saem caro às entidades por detrás das industrias que preferem lucrar invés de de proteger o ambiente. Dai o conflito de interesses , pois supostamente , quando tem que se escolher entre preservar o ambiente / meio natural que nos leva à preservação da vida e do mundo natural e o desenvolvimento tecnológico e industrial que leva a um desenvolvimento económico o ideal é conciliar ambos os interesses de forma a que o meio natural não seja prejudicado. Mas isto é, num mundo perfeito onde é dado mais valor À natureza e aos bens intrínsecos do que aos bens materiais/ instrumentais. Num mundo em que se desse uma maior atenção ao futuro escassear de recursos , onde houvesse uma maior preocupação com o mundo Animal e com as nossas futuras gerações, mesmo que para que isso aconteça tenha-se que contestar as palavras da Bíblia que dizem que o papel do Homem no Mundo é dominar toda a terra e usa la para seu beneficio e submeter todos os outros animais à sua vontade sendo eles inferiores, pois isto é aceitar um argumento à base de suposições. É altura de fazer a derradeira escolha:
Preservar Ou Industrializar?

Tomás Miguel Lopes 11ºQ Nº 19

Anónimo disse...

A INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA E OS INTERESSES POLITICO-ECONOMICOS

Sendo as investigações científicas, independentemente do produto/objecto final, um dos factores de maior desenvolvimento de qualquer nação, é obvio que existem interesses político-económicos no resultado de todas elas. Essas investigações visam dar em “primeira mão” ao restante mundo, uma novidade que poderá alterar a história mundial e a do próprio país. Vários são os casos que podemos referir: os medicamentos/vacinas, a fim de evitar epidemias ou minimizar doenças já existentes, novas técnicas de aproveitamento dos recursos naturais (ex: painéis solares), ou até incessante busca de substituir de modo eterno económico, o ainda indispensável petróleo. Apesar de cada investigação não ter data prévia de conclusão, cada país procura abreviar o tempo e custos, pois é o Estado quem suporta a maior parte das mesmas e custos inerentes. É uma questão de prestígio o presidente (político/partido) de uma nação, anunciar ao mundo, uma novidade, sendo essa mesma, um motivo de entradas monetárias nos seus cofres (pela exportação do produto).
Deste modo, conclui-se que a prática de uma investigação científica depende dos interesses político-económicos e os interesses político-económicos dependem da investigação cientifica.

Anónimo disse...

ps: trabalho da Sara Duarte 11ºR

Anónimo disse...

A tecnociência e a ética
Parte 1

Hoje em dia, vivemos numa sociedade tecnocientífica, isto é, a sociedade que nos rodeia depende tanto da tecnologia como da ciência. A tecnologia e a ciência são áreas distintas que se completam e se desenvolvem, pois a ciência é a fonte da tecnologia, fornecendo-lhe as ferramentas que permitirão conceber e desenvolver novas tecnologias. Por outro lado, a ciência depende da tecnologia para evoluir e se aperfeiçoar.
Dentro da tecnociência existem diversos “problemas” que colidem com a ética, tais como a robótica, a eutanásia e a clonagem. A robótica consiste na criação de inteligência artificial, ou seja, é a tentativa de reproduzir por imitação a vida humana. Há quem acredite que um dia tudo será controlado por máquinas, sem emoções ou sentimentos. Salientam-se, por exemplo, filmes como Matrix e o Eu, Robot. A eutanásia é o poder de decisão sobre a própria vida, isto é, uma pessoa debilitada que tem uma doença incurável pode, se quiser, cessar a sua vida, sendo uma morte controlada pelas autoridades competentes. A clonagem resume-se à criação de indivíduos geneticamente iguais. O filme francês intitulado À tua Imagem remete para as questões sociais, familiares e sobretudo para os problemas éticos que estão subjacentes à clonagem. Neste três domínios, a curiosidade humana promoveu o avanço da ciência e tentou melhorar a nossa vida.
Decidi falar mais sobre a clonagem pois, para mim, é um assunto bastante interessante, uma vez que é um tema gerador de polémica.

Inês Pires Carreiro nº11 11ºO

Anónimo disse...

A tecnociência e a ética
Parte 2

Existem dois tipos de clonagem: a clonagem reprodutiva e a clonagem terapêutica. A clonagem reprodutiva, pressupõe a reprodução de seres vivos geneticamente iguais. Clonar um ser vivo é extremamente complexo e isso leva a que a seja utilizada uma tecnologia de ponta, sendo esta muito cara. É um processo pouco eficiente uma vez que ainda se encontra em desenvolvimento. Houve, até agora, apenas um caso de sucesso: a ovelha Dolly. Esta ovelha foi clonada a partir de uma célula adulta. Durante a sua vida deu à luz dois filhos, tendo sido morta após sete anos de vida devido a uma doença degenerativa. A clonagem terapêutica tem como objectivo, não a criação de uma cópia geneticamente igual de um ser vivo, mas a reconstituição de tecidos e órgãos saudáveis. A substituição dos órgãos afectados é uma terapêutica utilizada para o tratamento de doenças que, neste momento, não têm cura possível, permitindo, assim, salvar vidas.
Será que deveremos concordar e aceitar a clonagem? É um problema social gerador de grandes conflitos éticos. A clonagem não implica apenas um avanço na tecnologia, como também a imitação de seres vivos. A sociedade tem dificuldades em lidar com esta ideia porque desconhece todas as implicações que podem advir da clonagem. A sociedade retrai-se porque tem medo do que possa acontecer - leis foram ditadas, limites foram impostos ao ser humano.
Clonaram-se ovelhas, ratos, etc. Apenas uma experiência teve resultados. Em todas as outras, os efeitos secundários foram demasiados, as doenças ganharam controlo sobre os animais e estes morreram.
Neste momento, tanto a clonagem reprodutiva como a clonagem terapêutica estão ainda muito limitadas tendo em conta os objectivos iniciais. Em alguns países, a clonagem humana já é possível. Tal facto depende das leis que os governos implementam.

Num futuro, não muito distante, a clonagem humana será permitida e nessa altura ninguém questionará, pois ninguém questiona os telemóveis, a televisão, a internet, os carros, os edifícios… Nessa altura será apenas mais um avanço da tecnologia. A religião ou os sentimentos das pessoas não interferirão, pois será como sempre foi. A partir do momento em que é aceite, será extremamente difícil fazê-lo desaparecer.
Na minha opinião, a clonagem deve existir, pois é uma maneira de salvar vidas que de outro modo não poderiam ser salvas. A clonagem não passa de uma nova tecnologia que se desenvolverá, quer queiramos quer não. Está no nosso sangue descobrirmos e inventarmos o que uns anos antes pensávamos ser impossível. Por exemplo, as bombas nucleares são uma tecnologia que mata milhões e milhões de pessoas e não é por isso que deixam de ser construídas. As centrais nucleares também são um perigo eminente para todos e cada vez são construídas mais. Mas e agora pergunto: qual é a diferença entre todas essas “armas” prestes a explodir e a clonagem? Para mim, a diferença é que enquanto uma mata, a outra pode salvar.

Inês nº11 11ºO

Anónimo disse...

Manipulaçao Genetica


Hoje em dia, devido à manipulaçao genetica, podemos ver de tudo, desde bananas com escamas, em vez da sua caracteristica casca, a arvores geneticamente manipuiladas que para as quais se pode escolher o tamanho desejado, podendo ter mais do que uma arvora da mesma “raça”, com tamanhos diferentes e esta manipulaçao também nos permite, determinar o sexo do nosso filho, para poder evitar que seja portador de determinadas doenças.
É um excelente progresso na ciencia, mas decerto que nem todos sabem as desvantagens que tem, modificar geneticamente um ser. Vamos entao pegar no exemplo de escolher o sexo do seu filho.
Ao estar a escolher o sexo do seu filho, vai ter que haver uma intervençao, para poder colocar no ADN os genes do sexo que se deseja, mas isso tem varias desvantagens, é impossivel ter controlo total sobre o sitio em que se insere o gene, o que pode ter graves consequencias, pois os genes de outras parres do corpo podem seer afectados, o seu fiho pode como consequencia tornar.se resistente a antibioticos, e por isso vai ser muito mais dificil de curar por exemplo uma simples gripe, e pode também ter uma reduçao na produçao de substancias beneficas, como por exemplo as substancias que o protegem contra o cancro, por isso pense duas vezes antes de ter a bela ideia de escolher o sexo do seu filho, com tantas possiveis consequencias é preferivel que o sexo seja definido naturalmente.
Quanto à manipulaçao genetica de plantas e alimentos, o caso também é sério, pode perder.se a diversidade genetica da agricultua, se abusarmos da manipulaçao, estaremos todos destinados a plantar e comer sempre o mesmo, e também origina super pragas, além de ser sempre a mesma coisa a ser plantada e comiga, atrai pragas muito dificeis de extreminar.
Além de tudo isto, a manipulaçao genetica quebra as fronteiras que existem apra proteger a singularidade das especies. E os alimentos transgenicos aumentam as alergias alimentares das pessoas, devido às proteinas que produzem.
Será que tudo o que a ciencia nos permite fazer deve ser feito

Frederico Franco Nº 10 11ºO

Anónimo disse...

A industrialização e o impacto ambiental.

Terá o Homem direito de prejudicar o mundo e o ambiente em que vive a fim de satisfazer as suas necessidades tecnológicas e industrias que parecem tão imprescindíveis à sua vida?
A ciência já estabeleceu os factos essências: as alterações climáticas estão mesmo a acontecer e têm origem na actividade humana. É altura de intervir a sério e as tecnologias para o fazer (e as oportunidades de mercado) existem. A indústria tem evoluído muito ao longo dos tempos e foi através dela que se consegui chegar onde se chegou hoje em dia. Grandes cidades, aumento do nível de vida da população evolução de próprio ser humano.
Há 10 ou 15 anos, o assunto das alterações climáticas era quase um ilustre desconhecido e pouca ou nenhuma emoção despertava no cidadão de rua. Talvez um encolher dos ombros, se já tivesse ouvido falar do assunto.
Para a comunidade científica, no entanto, com a acumulação de dados preocupantes os aumento da temperatura ou o recuo do gelo nos glaciares -trata-se já de uma questão no topo da sua agenda de trabalho. Convencer os políticos da realidade que começava a emergir dos estudos era a outra tarefa que os cientistas teriam pela frente.
Temos a experiência frustrada de Al. Gore, um político pioneiro nesta matéria, que iniciou ainda enquanto congressista campanhas de informação junto dos seus colegas no Congresso, ilustra bem as dificuldades. A sua mensagem, conta ele, foi ignorada. De então para cá porém, algo já mudou neste panorama.
Desde logo no lado da ciência, que conseguiu estabelecer alguns factos fundamentais, hoje incontestados: as alterações climáticas são uma realidade, já estão a acontecer e têm origem na actividade humana. Do lado da política, mesmo que insuficientes, há Quioto desde Fevereiro do ano passado. E, para o cidadão comum, alterações climáticas também já deixaram de ser expressão abstracta. As 37 mil vitimas mortais da onda de calor de Julho de 2003, na Europa, ou a sucessão de super furacões que nos últimos três anos fustigaram as Caraíbas, Florida e Golfo do México despertam Consciências.
Nos E.U.A., onde o debate político sobre as alterações climáticas começa a emergir e as acções locais e dos Estados para a redução de emissões de CO2 se multiplicam.
Mergulha-se uma rã numa tina de água morna é, a pouco e pouco vai aquecendo o recipiente. Mas a rã, tranquila e sorridente, nem se mexe. A temperatura aumenta arrisca-se a ficar cozida, mas nada. Podemos ver que o planeta terra é ilustrado pela rã, que é uma figura que mão dispersa qualquer tipo de reacção perante a situação que decorre, única solução é arrancá-lá de lá não podemos esperar que ela saia sozinha. Este exemplo é

richard

Anónimo disse...

(continuação)
uma metáfora para a forma como cada um de nós tende a reagir ao problema das alterações climáticas.
A indústria pode ser vista como um valor intrínseco porque muitas pessoas vem o valor que esta tem em si, independentemente de todas as consequências e conexões. A ética antropocêntrica que defende só os interesses dos seres humanos devem ser levados a cabo nas decisões das políticas do ambiente por outras palavras uma desculpa ou justificação para aqueles que não fins para atingir os meios e só destroem o meio ambiente, mas para eles tal destruição justifica-se com altos lucros.
O significado de impacto ambiental diz-nos que tal impacto pode ser de carácter positivo ou negativo por isso tentemos que seja de carácter positivo para que um dia mais tarde possamos ficar felizes de tal feito.
Mas hoje já não é uma questão que se possa adiar ou ficar sem resposta porque cabe a nós o pensar no amanhã ou a destruição do nosso planeta.
Os problemas ambientais requerem dois requisitos do raciocínio moral é prática. A indústria ajudou muito para o desenvolvimento do mundo. Hoje em dia a ideia que as pessoas tem de indústria estão ligadas as fabricas a poluir a atmosfera, mas não a industria é um ramo complexo que é constituída por exemplo pela indústria automobilística e metalúrgica, que também ajudam coma degradação do meio ambiente. Por conseguinte não podemos esquecer que se não fosse a industria não tínhamos nem metade das ciosas que temos hoje em dia, e algumas que nestes dias são imprescindíveis para o ser humano.
O que vai acontecer ao planeta Terra? As pessoas vão conformar-se a degradação ambiental, concluindo que faz parte da vida? Ou simplesmente ficarmos entretidos com a sua vida pessoal e presente sem pensar no futuro?
Quem lê estas alinhas tem que perceber que este assunto não se trata meras mente de um assunto de época que se encontra na moda, e que se pode fugir as responsabilidades.
Por isso cada um de nós trem um papel fundamental no decorrer desta história, um por um agarrar o protagonismo desta história para que no final possamos dizer que houve um final feliz. Porque cada um de nós faz à diferença.

richard

Anónimo disse...

Ética na sexualidade

A ética resulta de uma decisão consciente e assumida de maneira livre por cada índividuo. É daquelas definições que toda a gente sabe o que é, sentido-a, mas não é fácil transmiti-la.

A moral está inter-ligada à ética, que consiste numa orientação dos actos e atitudes de cada pessoa e fundamenta-se na conduta humana perante os seus semelhantes.

A ética está associada à sexualidade humana.
Na sexualidade o desejo de satisfação imediata do prazer pode levar à destruição da sua vida e da vida dos outros. Existe um conflito entre “instinto” e “ética”, a qual procura ordenar a vida sexual em função de um maior bem-estar. Tal como, diversas tendências humanas, a sexualidade está a serviço total da pessoa.
Não é função da ética reprimir de forma violenta a sexualidade, no entanto, também não deve considerar-se autónoma, ou seja tem que ter em conta vários aspectos da pessoa.

Ao ser humano foram “escondidas” várias verdades universais, nos dias que decorrem assiste-se a uma crise moral sem precendentes , devido ao avanço demasiado rápido da ciência , cultivado pela convivência diversificada dos sistemas de valores.
Conclui-se então que nunca se soube tanto de uma pessoa, desde as suas funções biológicas, a sua história, a sua cultura, os sistemas sociais, processos afectivos, etc... como agora, no entanto, está-se “a anos luz” de saber se escolher a opção mais correcta relativamente a uma orientação axiológica existencial que possibilite a realização pessoal e social.

A sexualidade humana surgiu da patologia e do ocultamento, do profano ou do sagrado, pela ciência no decorrer dos últimos séculos.
O simples facto de comprovar o aspecto natural, a função integradora da pessoa humana e a administração de preconceitos e tabus, confunde quem estuda esta área e a sociedade.
Quando a sexualidade se “mistura” com a definição de vida, a acção do desenvolvimento do conhecimento afecta o aspecto dinâmico vital existencial.

Aspectos que temos que conter para que se pode avaliar a natureza complexa da sexualidade:
Aprender que a sexualidade encerra o mistério da vida humana;

Compreender que toda a pessoa humana é sexuada e que esta característica faz parte de todas as dimensões humanas. Ex de uma expressão, da OMS, “saúde sexual é a integração dos elementos somáticos, emocionais, intelectuais e sociais do ser sexual por meios que sejam positivamente enriquecedores e potenciem a personalidade, a comunicação e o amor.”

A realização humana no âmbito pessoal social e transcendental passa pelo modo próprio que cada pessoa tem de viver o facto de ser sexuado, ou seja, pela sua sexualidade. Tal, porque são funções da sexualidade a reprodução, o prazer e a comunicação.


A ética tem a função de oferecer príncipios, fundamentos e sistemas morais.
Representando-se em:

 o príncipio da vida humana como base essencial para a realização do projecto de personalização;

 o príncipio da vivência de uma sexualidade saudável, que integra diversas dimensões humanas e com potencialidade em relação à personalidade da comunicação e do amor.

Conclusão: Tendo em conta que a sexualidade humana, é um valor de vida, portanto, centra-se , na dimensão humana.
O valor central do ser humano é ser pessoa, o que significa vida e a forma de expressão é a sexualidade.
Assim, o que promove a pessoa, promove a vida, utilizando a sua maior expressão: Sexualidade.
Conclui-se então que a sexualidade deve ser valorizada entre todo o ser humano, pois faz parte, do nosso interior e exterior.



Ana Cristina
Nº1
11ºQ

Anónimo disse...

A manipulação Genética

A Manipulação Genética é transversal à vida moderna. Dos alimentos aos animais, incluindo o Homem, trás à sociedade novas realidades, que obrigam a revisão conceptual das «verdades» até hoje dadas como inquestionáveis. E como esta manipulação toca no que nos é mais profundo – a Vida -, a revisão dos conceitos e dos valores acaba por se tornar cientifica, biológica, filosófica, religiosa e, sobretudo, política…
A vida ««Natural», ao poder ser criada em laboratório, eugeniezada, manipulada, podendo criar ,alfas, betas, deltas, gamas e ipsilões, concretizando um «Admirável Mundo Novo» de Huxley, remete o Homem, tal como o concebemos, para o bom selvagem sem esperança…
Os alimentos transgénicos, a que o marketing das multinacionais empresta os benefícios da erradicação da fome, arrastam-nos para uma nova visão da Natureza e para a falácia da propaganda, quanto mais se produzir mais caros são os alimentos e mais fome há no mundo – aceite pelos políticos subjugados pelos lóbis dos interesses…
A criação de animais clonados e manipulados para doação de órgãos para transplantes humanos, deixa no ar perguntas do tipo: seremos no futuro, porcos por dentro e humanos por fora?... Qual será o significado de se ser Humano?...
Ao se pretender clonar mamutes – Universidade de Quioto, professor Akira Iritani -, até 2016, a própria história da evolução tem de ser revista em tudo o que lhe está associado e, num futuro, talvez não muito distante, tenhamos de novo entre nós os dinossauros…
A filosofia sofre, assim, um abanão nas suas premissas. Que transformações se verificarão no futuro? O conceito da maternidade manter-se-á com a criação «anónima» de vida em laboratório? E a paternidade, como será contextualizada, se um embrião pode ser fecundado por mais de um pai biológico? Será possível manter-se o valor do indivíduo em quanto tal, face à predestinação exercida sobre ele através da ectogénese?

D a Manipulação Genética sabe-se muito pouco e do que se sabe é o resultante do que querem que saibamos e nos vão deixando saber. Talvez estejamos construindo uma Babel fadada à confusão e ao caos; talvez estejamos, como Écaro, votados ao trambolhão que nos devolva à terra… E, perante tantos «ses», que a dúvida permanente nos acompanhe e vença o assombro que nos vem de uma ciência hermética a fim de nos voltarmos a centrar na busca permanente de quem somos e para onde vamos…

Dante Lopes nº7 - 11ºQ