terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Para reflectir:

"Killing a disable infant is not morally equivalent to killing a person. Very often, it is not wrong at all."
SINGER, Peter, Practical Ethics, p.191

"...importa reflectir sobre a fundamentação ética dos limites, das paragens obrigatórias, dos interditos. É antigo o argumento de que nem tudo o que é tecnicamente possível é eticamente admissível. (...)Perdida a inocência da ciência, num novo milénio em que os seus progressos são avaliados pela comunidade num estado de espírito de marcada ambivalência, em que coabitam o espanto, a veneração, a esperança e o receio (...), ultrapassada a crença ingénua no progresso científico como factor de salvação, a ciência tem de aceitar os seus limites. Ao fazê-lo, engrandece-se, nobiliza-se e coloca-se declaradamente no rumo do que é o seu fim último: procurar a verdade através do conhecimento, para melhor servir o Homem."
OSSWALD, W., Novos Desafios à Bioética, pp.11-12

7 comentários:

  1. O Trabalho e as Novas Tecnologias:

    O compacto entre o mundo do trabalho e as novas tecnologias interliga-se entre si, mostrando-nos a importância de ambos no nosso dia-a-dia. Toda a evolução da comunicação se deve às novas tecnologias. Para todas as teorias existem vantagens e desvantagens.
    Hoje em dia, a nossa sociedade vive todo o dia com as tecnologias. Estas novas tecnologias revolucionaram o nosso mundo, encontrando agora uma nova Era da vida. Esta nova Era consiste em trazer ao mundo, o simples da vida, ou seja, com um simples “click” chegamos ao que queremos.
    Dentro das tecnologias encontramos a Internet, telemóveis, televisões, rádios, computadores entre outros, que nos permitem estar em comunicação uns com os outros. Como seria vivermos sem estes pequenos aparelhos?
    Quase todo o mundo do trabalho, possui uma única fonte de comunicação. Nos últimos anos, tem se vindo a verificar um aumento da substituição de pessoas, por computadores ou máquinas, ou seja, estas máquinas vêem substituir postos de trabalho de cidadãos.
    O Homem tem consciência que o avanço das novas tecnologias tem sido brutal, mas não estava preparado para ser substituído por tecnologias. Tornou-se mais difícil a procura de trabalho ultimamente. As empresas cada vez mais procuram pessoas com o máximo de estudos e cursos. Quem está empregado, trabalha cada vez mais horas, o que faz com que não tenha tanto tempo para a família e para as suas actividades.
    O mundo encontra-se interligado entre si. Cada vez é mais fácil, comunicarmos com pessoas que estejam a viver por todo o mundo, como os Estados Unidos ou a Rússia. A Internet é revolucionária, mas não utópica. Cada vez é mais fácil de adquirir grandes quantidades de informação, apesar de podermos ter sempre o risco de estarmos mal informados. Quem nasceu nesta nova Era, provavelmente, não se conseguirá habituar a viver sem todas estas comunicações.
    Apesar da Internet ser uma grande ajuda para o dia-a-dia de qualquer pessoa, pode ser também um grande perigo para a sociedade. Este mundo é infinito. Muitas das telecomunicações bloqueiam a comunicação visual entre as pessoas.
    A expansão deste mundo das novas tecnologias tem dominado a sociedade com um aumento muito significativo. A segurança dos cidadãos é o acto ou efeito de se ser livre do perigo ou do risco.
    A correlação que existe entre o mundo do trabalho e as novas tecnologias mostra-nos que podemos ter, ou não ter consequências.
    Estaremos nós a fabricar um mundo que é capaz de daqui a uns anos se produzir sozinho?


    Inês Tavares n.º6 11.ºP

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  2. As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são a designação pela qual é conhecida uma categoria doenças infecciosas que se transmitem essencialmente pelo contacto sexual. As mais conhecidas são a Sífilis, a Candidíase, a Gonorreia, o Herpes, a Hepatite B e, eventualmente a mais falada, a SIDA.
    Apesar de algumas destas doenças terem tratamento, por vezes até fácil, e serem curáveis, outras, pelo contrário, deixam marcas para o resto da vida, muitas vezes já curta, mesmo apresentando uma falsa sensação de melhora. Com isto todas as pessoas, especialmente do sexo feminino (pois os sintomas podem “confundir-se” com as reacções orgânicas comuns do organismo feminino), deveriam ter consultas periódicas no médico, sobretudo se tiverem uma vida sexual activa. Certas IST, quando não são diagnosticadas a tempo, podem gerar complicações como infertilidade, cancro, aborto (em caso de gravidez) ou morte.
    Estas várias doenças são apenas transmissíveis a partir da partilha de seringas infectadas, de relações sexuais com portadores, sexo oral, transmissão ao feto pela mãe, tatuagens com agulhas não esterilizadas, da partilha de objectos cortantes e pessoais e não a partir de picadas de insectos, contactos sociais como um beijo, um abraço ou aperto de mão, da utilização de casas de banho púbicas, da partilha de roupa ou da utilização dos mesmo talheres.
    Hoje em dia existe imensa informação acerca das Infecções Sexualmente Transmissíveis, desde como se transmitem, os sintomas, a cura e evitar que tal aconteça, mas, mesmo assim, as IST têm aumentado em resultado da contaminação do companheiro(a). A medida considerada mais eficiente para prevenir a contaminação e impedir a sua disseminação é o preservativo que, mesmo assim, nem sempre consegue reduzir a incidência de infecções sexualmente transmissíveis.
    As pessoas que são portadoras deste tipo de doenças, na sua maioria, podem ter dificuldade em voltar a ter uma vida normal, por exemplo, os portadores de SIDA podem ser excluídos da sociedade ou não conseguir arranjar emprego por algumas pessoas, apesar de toda a informação existente acerca das formas de contagio, ainda pensarem que um simples toque num portador de SIDA é contagioso. Em relação a família pode ser complicado ter um filho, pois pode nascer portador dessa doença devido ao contágio da mãe, pode ocorrer uma interrupção espontânea da gravidez ou o recém-nascido ter graves malformações. Quanto à vida sexual activa com o companheiro(a) deve utilizar sempre protecção para que não haja contagio.
    É natural que os portadores de doenças infecciosas tenham uma certa vergonha por estarem infectados, mas o importante é que procurem ajuda nos hospitais para encontrar uma cura ou tratamento e informem as pessoas com quem têm uma relação próxima para prevenir a contaminação, e assim tentar manter a sua vida diária o mais normal possível.
    No entanto, para que não ocorram estas infecções, para que não haja razão para ter vergonha de si próprio, para ter uma vida sem este tipo de preocupações, o melhor é prevenir porque “mais vale prevenir do que remediar”. A verdadeira luta é a prevenção! Se uma pessoa, ainda nova, considerar que não tem maturidade e responsabilidade suficiente para ter relações sexuais, para se entregar a uma pessoa dessa maneira, não tem de correr esse risco tão cedo. Mas se, pelo contrario, se acha madura e responsável o suficiente para ter relações sexuais com o seu parceiro(a), deverá prevenir-se, usando preservativo e assim evitar as IST. Além disso, é importante ter uma relação emocional com o parceiro(a) antes da sexual, ou seja, conhecer bem a pessoa com quem se tem relações sexuais, saber se o parceiro(a) está infectado. Esse conhecimento mútuo gera confiança entre os dois e evita este tipo de problemas.
    É do conhecimento geral que os adultos, às vezes, também não têm responsabilidade suficiente para agir em prevenção, mas se os adolescentes de hoje tiverem consciência de agir em prevenção, talvez os adultos de amanhã não sofram com as Infecções Sexualmente Transmissíveis.

    Ana Beatriz Vieira nº3 11ºO

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  3. Manipulação Genética:
    Como toda a gente sabe qualquer organismo animal ou vegetal é feito por células, dentro delas cada uma existe um núcleo, onde se encontra armazenada a informação genética em estruturas chamadas por cromossomas. Os cromossomas são disposições de ADN que contêm toda a informação sobre o organismo a que fazem parte. Os genes, constituintes do ADN, representam cada um uma propriedade específica. A manipulação consiste em tirar os genes de uma cadeia de ADN, introduzindo no seu lugar novos genes. Uma pequena percentagem coloca-se no ADN. A partir daqui temos um novo organismo geneticamente modificado, que irá reproduzir as características adquiridas.

    Como se sabe, hoje em dia os humanos procedem a um processo chamado manipulação genética, existem várias desvantagens como vantagens, o que é certo é que até hoje ainda não se sabe especificamente quais os efeitos deste processo e quais as suas consequências, na minha opinião enquanto não houvesse estudos especificamente realizados para se descobrir, de facto, o verdadeiro significado de manipulação genética e suas consequências não se deveria poder vender fruta manipulada geneticamente, nem animais para consumo, pois ainda se desconhece as verdadeiras consequências.

    Vantagens da manipulação genética:

    • Melhoramento das propriadades nutritivas;
    • Produção em grande número de vários alimentos;
    • Aumento da resistência das novas espécies a pragas e doenças;
    • As novas espécies tornam-se mais resistentes a herbicidas;
    • Estes tornam-se mais tolerantes às condições ambientais adversas;
    • Produção de espécies com novas características desejáveis;

    As desvantagens da manipulação genética:
    • As ervas daninhas tornam-se mais resistentes o que pode dar origem a novas doenças;
    • Potencial aumento dos sintomas de alergia a certos alimentos;
    • Empobrecimento da biodiversidade;
    • Aparecimento de novos vírus na Natureza;
    • Prejudicação do tratamento de doenças em homens e animais, devido à existência de genes resistentes a antibióticos em várias plantações;



    Frederico Blom 11ºP nº5

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  4. O trabalho e as Novas Tecnologias

    O desenvolvimento das novas tecnologias provocou uma revolução que vem atingindo diversas profissões. Algumas desapareceram, outras surgiram e a maioria sofreu algum tipo de transformação.
    Este acontecimento proporcionou facilidades e diminuição de erros para muitas profissões. Na área farmacêutica, por exemplo, a tecnologia dá oportunidade à pesquisa e produção de vários medicamentos. Na área médica, não é diferente, o Homem é surpreendido por aparelhagens e soluções que ajudam o processo de tratamento.
    Já em profissões que possuem como objecto de trabalho uma máquina, as mudanças tecnológicas colaboram com o profissional da área, oferecendo-lhe praticidade e conforto. Um fotógrafo, antes habituado a ficar parado em frente a uma câmara grande e desajeitada, agora tem acesso a máquinas digitais portáteis, leves e que possuem programas informatizados com recursos para adaptar a fotografia.
    No entanto, os problemas surgem em torno da actualização, da experiência e da especialização de profissionais, além do mais, competividade.
    Para terminar, o desafio é, cada vez mais, o Homem mostrar-se importante na sua área de actuação para garantir o espaço em meio às novas tecnologias.


    Diana Pinho nº4/11ºR

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  5. A industrialização e o impacto ambiental

    Terá o homem o direito de prejudicar o mundo e o ambiente em que vive com o fim de satisfazer as suas necessidades que parecem ser tão imprescindíveis à sua vida?
    Esta é uma das questões mais colocadas pelos cientistas.
    Como sabemos as acções humanas sobre o meio ambiente podem ser positivas e negativas, dependendo da intervenção desenvolvida. A industria é um dos sectores que representa um impacto negativo sobre o ambiente, resultando de diversos factores como os efluentes líquidos, gasosos ou resíduos sólidos e o próprio ruído.
    Em relação aos caminhos industriais são um passo progressista para o futuro, havendo consequências a medir. O custo da modernização pode ser/parece barato, porém não nos damos conta de que o custo destas novas tecnologias não incluem só dinheiro, tempo e trabalho mas também o nosso bem-estar, o conforto da nossa casa, do nosso planeta.
    Cada vez mais o ambiente é vitima das acções do Homem, destruindo este, sem qualquer consciência e preocupação e um dos factores notados tem sido as alterações climáticas( provocadas pela emissão de gazes), sendo estas uma ameaça para o nosso planeta.
    Se o Homem não mudar as suas atitudes sem se preocupar com o impacto, as gerações futuras podem tornar-se herdeiras de um planeta contaminado.
    Assim, uma vez dadas as principais informações, a solução seria a produção de industrias não poluentes, reduzir as emissões globais de gases de efeito de estufa por limites obrigatórios, estas são algumas das ideias ambientalistas que poderiam ser utilizadas de modo a reduzir a poluição.

    Filipa Ribeiro, 11º0, nº8

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  6. O trabalho e as novas tecnologias
    Primeiramente, devemos optar por uma definição individual dos termos abrangentes deste tema – o trabalho e as novas tecnologias. Tecnicamente, trabalho deriva do latim clássico labor e do latim antigo tripallium (nome de um instrumento com que se castigavam os escravos no tempo do Império Romano), e denomina, entre outras possíveis definições, a actividade humana realizada sobre bens e/ou serviços, que pode ou não ter em conta uma remuneração, e novas tecnologias referem-se, vagamente, à utilização de electrónica e informática nas nossas vidas, nomeadamente as que encontramos no nosso século (XXI) (computador, por exemplo).
    Por isso, em conjugação, levam os cidadãos ao que se chama de preocupação actual, relativamente ao emprego nas sociedades e qualificações que um indivíduo deve possuir. O problema trata-se, aqui, de “cada vez ser preciso ter mais qualificações, e quem dominar tecnologias conseguir trabalho”, ou seja, com o aumento da população, da exigência de estudos obrigatórios no ensino, os empregadores possuem maior margem de escolha empregadora, optando, por isso, por indivíduos possuidores de conhecimento tecnológico e qualificações elevadas, ou seja, que tenham em conta uma adesão às TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), dado que parte dos países do Mundo albergam sociedades desenvolvidas, que utilizam tecnologias para qualquer tipo de situação, além da simples efectuação duma tarefa proposta por qualquer “patrão”. Podemos fazer compras sem sair de casa, apenas com o uso de um computador e acesso à internet. Empresarialmente, no nosso país, há registada uma evolução na percentagem de “empresas com 10 e mais pessoas ao serviço que utilizam o computador, com ligação à Internet presença na Internet”, com um aumento percentual de empresas com presença de Internet para 53% (aprox.) no ano de 2010, enquanto no ano de 2003 a variável apresentava 27% (aprox.). Já relativamente às empresas que utilizam computador e empresas com ligação à Internet, houve uma variação de 81% e 70% (2003) para 98% e 94%(2010), respectivamente (Fonte – INE,PORDATA).
    Esta situação apenas comprova em si o facto de haver uma adesão cada vez maior às novas tecnologias por parte das empresas, principalmente. Portanto, quem não domina tecnologias, não consegue, de facto, laborar num emprego que possa ser apelidado de qualitativo e bem remunerado, que possibilite condições de vida relativamente superiores às mínimas.
    Aqui reside o facto de nos tornarmos informatizados, “tecnicamente mais capazes”. No entanto, as desigualdades em termos económicos e de oportunidade em cada país apresentam entraves ao aumento da taxa de emprego, havendo menor facilidade na sua obtenção. Além disso, na minha opinião, há que salientar um possível problema da ética no que toca à necessidade de albergar novas tecnologias para obter emprego, pois há tendência a “robotizar” o comportamento humano. Com tecnologias, perdemos capacidade de explicar numerosos factos/acontecimentos (como a simples questão: porque é que a máquina de calcular faz todas as contas numa questão de milésimos de segundos? Quando a resposta mais óbvia é que está programada com chips que albergam todas as possibilidades matemáticas, que, contudo, não estão ao nosso alcance, pois temos percepções diferentes. Afinal de contas, somos limitados, imperfeitos), pois as tecnologias fornecem-nos todo o tipo de facilidade, mudam as nossas vidas para o menor esforço possível, para uma rotina programada e inalterável, porque nos coloca na dependência do factor trabalho, que nos permite obter capital, necessário à nossa sobrevivência e satisfação de necessidades. Assim, há cada vez um menor esforço físico e mental, surgindo um dos problemas mais conhecidos, o do isolamento social.

    Trabalho realizado por Catarina Fabricante; 11ºO; nº6.
    Escola Secundária de Santa Maria, Filosofia (Sandra Mendes)

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  7. O IMPACTO DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO NA VIDA QUOTIDIANA.


    Inês Niny 11º P nº 7

    a Sociedade da Informação é uma nova Era, onde as transmissões de dados são de baixo custo e as tecnologias de armazenamento são amplamente utilizadas, onde a informação flui a velocidades e em quantidades, antes inimagináveis, assumindo valores políticos, religiosos, sociais, antropológicos, econômicos, fundamentais e etc.


    “A Sociedade da informação está baseada nas tecnologias de
    informação e comunicação que envolvem a aquisição, o
    armazenamento, o processamento e a distribuição da
    informação por meios electrónicos, como a rádio, a televisão,
    telefone e computadores, entre outros. Estas tecnologias não
    transformam a sociedade por si só, mas são utilizadas pelas
    pessoas nos seus contextos sociais, económicos e políticos,
    criando uma nova comunidade local e global.

    Através dos meios de comunicação nasceu a sociedade de informação, e é por isso que eles são tão importantes para nós. Contudo é necessário ter muito cuidado com as informações transmitidas, podendo estas ser usadas contra nós, invadindo assim a nossa privacidade ou, mais grave ainda, por em risco a nossa segurança.
    Como estamos dependentes destes meios de comunicação é praticamente impossível deixar de os utilizar, logo temos que ter cuidado com aquilo que expomos aos outros

    Sob o enfoque de uma concepção moderna de sociedade podemos considerar o surgimento da Sociedade da Informação como consequência direta das novas formas de organização, produção e circulação de produtos, serviços e bens culturais mundiais diminuindo as distâncias de tempo e espaço nos processos comunicativos desencadeados por estas.

    Avanços nos transportes e nas telecomunicações diminuíram em todos os sentidos as distâncias mundiais. As empresas cresceram, o fluxo de produtos e de capital aumentou, assim como a necessidade de escoamento dos mesmos, através da ampliação das relações comerciais nas diversas regiões do planeta.


    A sociedade da informação abre perspectivas inéditas num número significativo de domínios da vida quotidiana, nomeadamente em matéria de acesso à formação e ao conhecimento (ensino à distância, serviços de aprendizagem electrónica), de organização do trabalho e de mobilização das competências (teletrabalho, empresas virtuais), de vida prática (serviços de saúde em linha) e de lazer. Por outro lado, abre novas oportunidades em matéria de participação dos cidadãos, favorecendo a expressão de opiniões e pontos de vista. Porém, esta evolução positiva faz-se acompanhar de novas preocupações: o recurso maciço à Internet exige, por exemplo, um combate a novos comportamentos criminosos, à pirataria, às questões de protecção dos dados pessoais e da propriedade intelectual. Por outro lado, a sociedade da informação pode contribuir para a marginalização de determinados segmentos da sociedade, acentuando as desigualdades sociais.

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